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domingo, 22 de maio de 2011

Comunicação social e os seus comentadores de circunstância

É impressionante como este País está MINADO, em todas as suas vertentes, por pessoas mesquinhas, sem carácter e com uma visão do mundo real, completamente deturpada.
Ao ler-se a alguma comunicação social deste pequeno País, é com imensa pena que se verifica a falta de qualidade, de escrúpulos e de sem vergonhice que, alguns comentadores, verdadeiros IDIOTAS de opinião, colocam nos comentários que fazem.
Os comentários dos cidadãos, que surgem em muito jornais e sítios online, são perfeitamente aceitáveis pois, retratam a opinião de pessoas, mediante o seu conhecimento da vida pública. Agora, comentadores que são pagos para omitirem opinião, em meios de Comunicação Social que, como o próprio nome indica, deveriam estar ao serviço da SOCIEDADE, informando de forma CORRECTA E IMPARCIAL, é, de todo, CONDENÁVEL E INACEITAVÉL.
Colocamos, 2 títulos, a nosso ver, completamente ridículos, tendenciosos e perfeitamente desfocados da realidade:
Então José Sócrates ganhou o debate, com Pedro Passos Coelho? Quais os fundamentos onde se basearam para concluírem uma IDIOTICE destas?
No facto de, Pedro Passos Coelho, ter sido, e passamos a citar “muito redondo, muito lento, muito pouco claro” ou “Passos Coelho, em vez de responder directamente a José Sócrates, deu a ideia de querer fugir à pergunta”ou ainda “O grande problema de Passos Coelho foi apenas reagir -nunca agir. Nunca tomou a iniciativa”.
Bem, alguma coisa vai, MUITO MAL, neste nosso País e em alguns Meios de Comunicação Social, para permitirem comentários TENDENCIOSOS E INFUNDADOS, de pessoas que, pelos vistos, nem experiências de vida profissional têm. Algumas questões deverão, pois, ser colocadas a estes opinantes de circunstância:

  • Então, os senhores acham que, Pedro Passos Coelho, é que deve esclarecer o País? De quê? Daquilo que tem acontecido nestes últimos 10 anos e, principalmente, nestes últimos 6 anos de Governação? 
  • Então, os senhores acham que, José Sócrates (tão rápido que consegue ser), alguma vez foi CLARO com Portugal e com os Portugueses, ao ponto de conseguir explicar a real situação do País, ao longo destes 6 anos de governação? 
  • Então, os senhores acham que, Pedro Passos Coelho é que foge às perguntas? 
    • Então e todas as QUESTÕES, SITUAÇÕES E CONFUSÕES, que surgiram durante estes últimos 6 anos e para às quais nunca ninguém (de direito) (e muito menos os senhores) se “preocupou” em encontrar ou obter respostas? 
    • Então, os senhores acham que, Pedro Passos Coelho é que deve agir? 
    • Então Pedro Passos Coelho fez mal ao reagir? 
      • Reagir contra a aprovação do PEC IV? 
      • Reagir contra a situação lastimosa a que Portugal chegou e para a qual em nada contribuiu? 
      • Reagir contra as mentiras e trapaças que lhe fazem, com a única intenção de denegrir a sua imagem e confundir os Portugueses? 
      • Reagir contra a corja que governou Portugal, nestes últimos 6 anos? 
      • Reagir contra as ervas daninhas, que dominam o seu próprio partido, cujas intenções, à semelhança dos que governaram Portugal, nestes últimos 6 anos, são as mais mesquinhas e egoístas possíveis? 
      • Reagir, quando colocam em causa as suas boas intenções, tentando explicar o que realmente significam as medidas que constam no seu programa eleitoral?
    • Deverá Agir. Claro que sim.
      • Se, por ventura, e à falta de melhor solução, os Portugueses lhe derem oportunidade de demonstrar que, de entre todos, é a melhor solução para o País. 
      • Se, por ventura, e à falta de melhor solução, os Portugueses lhe derem oportunidade de demonstrar que, se pauta por PRINCÍPIOS e VALORES que vão além dos interesses Pessoais e Partidários. 
      • Se, por ventura, e à falta de melhor solução, os Portugueses lhe derem oportunidade de demonstrar que tem um projecto para o País que, embora difícil, é VIÁVEL E REALISTA. 
      • Se, por ventura, e à falta de melhor solução, os Portugueses lhe derem oportunidade de demonstrar que está a falar a verdade e, ao contrário de José Sócrates, o que diz e promete em campanha eleitoral, será aquilo que, se for eleito, realmente ira cumprir.
     Pois é, estes senhores acham anormal, um candidato, que não é um profissional da política, que tem um percurso de vida normal (como tantos outros Portugueses), reagir perante situações que põem em causa a sua Honra e a sua dignidade e como único objectivo denegrir a sua imagem perante a opinião pública.
Não acham, no entanto, Anormal que um candidato às eleições do próximo dia 5 de Junho, que é simplesmente, de há 6 anos a esta parte, o primeiro ministro de Portugal, passe todo um debate a pedir, a um outro candidato às mesmas eleições, que explique o que quer para o País!!!
Então e as explicações daquilo que o senhor primeiro-ministro quer para o País?
Não acham anormal que, estando o País numa situação tão gravosa, o primeiro ministro de Portugal se preocupe mais com aquilo que os outros querem, do que tentar explicar, ao País, as suas responsabilidades na situação actual de Portugal?
Porque será? Não será porque, assim, poderá conseguir, mais uma vez, ludibriar os portugueses mais incautos?  
E perante o inquérito, realizado pelo jornal, para o qual estes senhores redigem o seus comentários, que atribuiu uma vitoria clara, no debate, a Pedro Passos Coelho, o que é que estes senhores têm a dizer?
Será que serão todos os portugueses, que participaram no inquérito, os incautos?
Ou será a parcialidade dos comentários, que estes senhores colocam, que está aqui bem patente?
Seria bom que, quem de direito, verificar-se quem são estes “famosos” comentadores, que têm a oportunidade de escrever, num meio de comunicação social, com a projecção do Jornal Expresso e tentar perceber o porquê destes comentário falaciosos e tendenciosos.
Este tipo de comentários, em nada contribuem para a qualidade da informação, que um jornal, da dimensão do Jornal Expresso, deverá ter.
Apenas o Jornal poderá perder, uma vez que, da minha parte, nunca mais comprarei o jornal expresso (Jornal que, até à pouco tempo atrás, mais vezes comprava e lia). Como eu, muitos Portugueses poderão começar a pensar que, um jornal, deverá ter a preocupação de informar a sociedade com veracidade e imparcialidade e não segundo os interesses mesquinhos de 1 pequena Facção.
JMP
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