Bem vindos

Missão

Tentar destacar os melhores (ou os piores), nas diferentes temáticas, criando um espaço de livre debate.

sábado, 24 de março de 2012

XXXIV Congresso Nacional do PSD vs Afirmação de Pedro Passos Coelho antes de ser Eleito Primeiro Ministro: "Austeridade Não Pode Incidir sobre o Aumento de Imposto e o Corte de Salários!"

No presente fim de semana, está a decorrer no Pavilhão Atlântico em Lisboa, o XXXIV Congresso Nacional do PSD (Partido Social Democrata).
De acordo com notícia publicada em sicnoticias.sapo.pt, António José Seguro, actual Secretário Geral do PS, relembra as palavras de Pedro Passos Coelho proferidas antes de ser eleito Primeiro Ministro de Portugal:
- "A austeridade não pode incidir sobre o aumento de impostos e o corte de salários".

Reflexão THE BESTS:
Pedro Passos Coelho foi legitimado nas Urnas e venceu as Eleições Legislativas de 2011, porque para além do seu adversário José Sócrates ter sido completamente desmascarado quanto à sua brutal incompetência e arrogância, Pedro Passos Coelho criou nos Portugueses a Ilusão de uma estratégia e Missão política, da qual se demarcou, logo que foi eleito Primeiro Ministro!

Será que não existe a palavra de honra nas campanhas eleitorais? Se não existe o compromisso de honra, as campanhas eleitorais são uma fraude! Se são uma fraude, porquê continuar a fazê-las de acordo com o actual modelo que tantos milhões de euros custam ao Erário Público?

Se Pedro Passos Coelho há um ano antes das eleições transmite propositadamente a mensagem de que é errado fazer austeridade com base no aumento de impostos e no corte de salários, obviamente que os eleitores acreditaram nestas palavras e deram-lhe o seu Voto de confiança, conseguindo assim iludir, defraudar e enganar mais de um milhão de Portugueses! É pois natural que muitos neste momento se sintam enganados, traídos e inconformados, e que Pedro Passos Coelho poderá ter aberto a porta a uma crise ainda maior, cujas consequências são imprevisíveis.

A actual política de austeridade extrema que se consubstancia no acentuado aumento de impostos e corte brutal de salários, constitui um enviesamento de 180º face ao compromisso assumido por Passos Coelho perante os Portugueses, antes de ser eleito Primeiro Ministro em 2011. Passos Coelho demarca-se assim do compromisso assumido perante os Portugueses antes das eleições, pelo que é natural que as pessoas se sintam enganadas e traídas pelo actual Primeiro Ministro. Como consequência, o poder de compra reduziu-se drásticamente, a execução fiscal diminuiu nos dois primeiros  meses do ano, a tensão nas ruas aumenta e o Primeiro Ministro necessita neste momento de uma equipa de cerca de 15 Guarda Costas que o protejem em muitas das suas aparições públicas.
Enviar um comentário