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terça-feira, 20 de março de 2012

Défice do Estado Quase Triplicou nos Meses de Janeiro e Fevereiro de 2012

Contrariando o optimismo do Ministro das Finanças Vitor Gaspar, Segundo notícia publicada em economico.sapo.pt, bem como em Vídeo Vídeo publicado em Agência Financeira o défice do Estado quase triplicou nos meses de Janeiro e Fevereiro de 2012, face a período homólogo do ano passado!

Infelizmente os receios manifestados pelo THE BESTS, segundo os quais  a estratégia de esmagamento do poder de compra seguida pelo Governo é desadequada, confirmam-se bem cedo!!
Infelizmente o pior ainda está para vir, se o Governo continuar a insistir no esmagamento do poder de compra e se nada fizer para travar a espiral de aumento dos custos energéticos!
Se não houver um enviesamento da estratégia de esmagamento do poder de compra seguida pelo Governo, durante a Primavera vai continuar a piorar e no final do Verão... nem queremos acreditar que estamos a fazer a leitura certa!? No final do Verão ou lá para o final do ano, poderá ser o caos!

Vamos aos números de Janeiro e Fevereiro de 2012! Limitamo-nos a transcrever excerto da notícia publicada em economico.sapo.pt:

- "O défice orçamental do subsector Estado situou-se nos 798,6 milhões de euros em Fevereiro, mais 191% do que no mesmo mês de 2011.

De acordo com a última síntese de execução orçamental divulgada hoje pela Direcção-geral do Orçamento (DGO), esta subida do défice (face aos 274,3 milhões de euros verificados em Fevereiro do ano passado) deveu-se sobretudo à quebra da receita efectiva, que desceu 4,3%, e à subida da despesa efectiva em 3,5%.

De acordo com o documento, a receita fiscal nos dois primeiros meses do ano desceu 5,3% para 5,63 mil milhões de euros. Nesta rubrica destaque a quebra das receitas fiscais com IRC em 46% para 158,2 milhões de euros, do IVA em 1,1% para 2,86 mil milhões de euros e do imposto sobre veículos em 44,6% para 75,8 milhões de euros. Nos impostos indirectos, que sofreu uma queda de 9%, apenas as receitas com o IRS subiram 0,3% para 1,668 mil milhões de euros. A receita não fiscal, por seu turno, subiu 5,5 % para 628 milhões de euros.


Do lado da despesa, o Estado registou uma subida de 3,5% para cima dos sete mil milhões de euros entre Janeiro e Fevereiro desde ano. (...)"

Resumindo:

Números de Jan. e Fev. de 2012
- Receita Fiscal desceu 5,3% (receita de IRC desceu 46%, de IVA desceu 1,1%; do Imposto Sobre Veículos desceu 44,6%);

- Receita de IRS subiu 0,3% e despesa do Estado subiu 3,3%!



Conclusão: A descida da Receita fiscal é +- proporcional à quebra no poder de compra! Apesar de todos os sacrifícios pedidos aos portugueses, vai ser quase impossível alcançar as metas desejadas pelo Governo, de modo a ter condições para aceder aos mercados em 23 de Set. de 2013! A actual estratégia do Governo é em grande medida errada, mais concretamente no que concerne à forte redução do poder de compra das famílias, ainda por cima associada a um aumento brutal de custos energéticos para famílias e empresas.

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