Bem vindos

Missão

Tentar destacar os melhores (ou os piores), nas diferentes temáticas, criando um espaço de livre debate.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Portugal pode deixar de existir como País, alerta o Sociólogo António Barreto!!!!!

Opinião de António Barreto sobre o Futuro de Portugal - Falência possível de Portugal

Segundo o Sociólogo Antonio Barreto, "É possível que Portugal, daqui a 30, 50, 100 anos não seja um País  independente como é hoje", admitindo  que o País surja integrado "numa outra Europa", com outra configuração,  com outro desenho institucional e político que não tem hoje. 
Antonio Barreto disse ainda que não faz a afirmação com sentido alarmista ou de tragédia, "mas convém perguntarmos o que vai acontecer no futuro".
Antonio Barreto afirma ainda que se poderá comparar Portugal ao caso da Ilha de Páscoa, no Oceano Pacífico, cujos  habitantes desapareceram "pelas decisões tomadas e pela maneira como viviam".
Uma outra afirmação IMPORTANTÍSSIMA de  Antonio Barreto - "Os nossos gestos de hoje, as nossas decisões de hoje, sem que muitas  vezes percebamos o quê e como, vão mudar e construir as grandes decisões  daqui a 50 ou daqui a 100 anos
Antonio Barreto teceu duras críticas, no seu discurso, aos dirigentes que governaram  Portugal nos últimos anos, acusando-os de iludir a realidade e omitir factos  que contribuíram para as dificuldades em que o País se encontra
"A verdade é que se escondeu informação e se enganou a opinião pública.  A acreditar nos dirigentes nacionais, vivíamos, há quatro ou cinco anos,  um confortável desafogo", afirmou.  
Ora aqui está uma reflexão cuidada, IMPARCIAL e Completamente Ajustada à realidade do País.
Continuamos a Questionar o que FALTA para que o POVO PORTUGUÊS saia à rua e exija, às ainda autoridades competentes, uma verdadeira investigação e posterior responsabilização de todos aqueles que colocaram Portugal, um pais com séculos de historia grandiosa (independência a 26 de Julho 1139), numa situação de exterminação total?
O que leva, as ainda autoridades competentes de Portugal, a ignorarem os maiores ACTOS DE TRAIÇÃO que este pequeno País (outrora grande) já teve a infelicidade de presenciar?
Será que, essas mesmas, ainda, autoridades de Portugal, são elas próprias, TRAIDORAS DA PÁTRIA?
Será que este ataque serrado a Soberania de um País, com mais de 870 anos de historia, ficará sem resposta adequada?
Será que o POVO PORTUGUÊS estará disposto a PERDER a sua SOBERANIA sem uma resposta adequada e à altura da situação?
Será bom relembrar que, outros tempos houve em que, esta mesma soberania, esteve ameaçada e Portugal, através do seu povo, conseguiu sempre sobreviver!
O que falta para que o povo português exija que, a sua constituição, obsoleta ou não, seja cumprida na integra e, acima de tudo, por TODOS AQUELES QUE TÊM MAIS OBRIGAÇÃO (órgão de poder e de decisão!!!!)?
O que Falha em Portugal para que, o único período estável da sua República, tenha sido o tempo de ditadura (1928-1974)?
O que falha neste povo que não consegue viver numa democracia estável e honesta?

Caso para dizer que, a velha máxima, se aplica na integra e que o velho senhor, “Salazar”, esteja onde estiver, além de se revoltear sem parar, ainda dirá “QUEM DEPOIS DE MIM VIER, BOM DE MIM FARÁ”.

Senhores, ainda autoridades deste País, andam à procura de quê? De Guerra? Olhem que esta (guerra), nunca é benéfica para nenhuma das partes! Não pensem que, se ela chegar (guerra), vocês estarão livres de qualquer azar! A Guerra, quando surge, nunca é justa e chega sempre a todos os recantos! Portanto, convençam-se que a vocês também chegará e que o resultado poderá não ser o que vocês possam esperar!!!
O THE BESTS espera que haja BOM SENSO, CORAGEM e, ainda, uma ULTIMA RÉSTIA DE PATRIOTISMO, de modo a que Portugal, mais uma vez, consiga sair vencedor! A não ser assim, algo de Muito, mas mesmo muito, grave acontecerá a todos nós! Está nas vossas mãos, esperemos que tenham essa coragem!!! Só assim sairemos de uma situação cada vez mais grave!
Por Portugal e para Portugal – nunca por alguém ou para alguém específico!
José António Vilaverde
Enviar um comentário