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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mundo em Alerta Máximo - Agência Standard & Poor's Corta Rating dos EUA e BCE Anuncia que vai Comprar Dívida Pública da Espanha e Itália

O mundo está em estado de alerta máximo pelos sinais de fraqueza dados pela economia Americana e Europeia.
Os Estados Unidos da América (EUA) sempre tiveram a nota máxima que uma Agência de Notação Financeira pode conceder, isto é, nível AAA. Agora, pela primeira vez,  uma Agência de notação Financeira, a Standard & Poor's, corta a notação de rating americana em um nível, baixando de AAA para AA+.
Transcrevemos excerto de notícia publicada em  rtp.pt:
"A agência de notação financeira Standard & Poor’s cortou o “rating” dos Estados Unidos, baixando-o um nível em relação à nota máxima que sempre tinha tido até agora. A agência justifica a perda de confiança com o grande défice orçamental dos EUA e as recentes dificuldades das negociações no Congresso para elevar o limite de endividamento. A Standard & Poor’s avisa também que o “rating” poderá vir a sofrer novos cortes no futuro.
A Standard & Poor’s (S&P) cumpriu o que tinha ameaçado e baixou a nota de longo prazo dos EUA de AAA, para AA+ com “outlook” negativo o que significa que a nota pode voltar a ser revista em baixa no prazo de um a dois anos."

Na Europa, Espanha e Itália têm dado sinais de grande fraqueza e vulnerabilidade económica, assistindo-se a uma crescente escala dos juros dos empréstimos para pagamento da dívida pública naqueles dois países.
Caso Itália e Espanha entrem numa situação de incumprimento, ou de dificuldade de pagamento da dívida pública, tal como aconteceu com Portugal, Grécia e Irlanda, a situação será muito mais grave, dada a incomparável dimensão de Espanha e Itália, face às "pequenas" economias Portuguesa, Grega e Irlandesa.
Se a Troika (FMI, BCE e CE) veio em auxílio de Portugal, Grécia e Irlanda e poderá em princípio fazê-lo com sucesso, a situação já muda de figura se se tratar dos gigantes Europeus, Espanha e Itália. Lembramos que a Italia é a terceira principal economia da Europa, logo atrás da Alemanha e França, pelo que, até para a Troika será muito díficil prestar uma ajuda eficaz àqueles dois Países, numa situação limite.

Por forma a acalmar os mercados, combater a crise e evitar males maiores nas Economias de Espanha e Itália, o que a acontecer arrastaria toda a Europa para o abismo e poderia ser o fim da própria União Europeia (UE), o BCE aplaúde as medidas que já foram tomadas em Espanha e Itália e vai promover uma ajuda, intervindo sobre os mercados obrigacionistas daqueles dois países, comprando dívida púlica, como forma de estancar a escalada de subida dos juros da dívida pública de Espanha e Itália e de evitar a possível derrocada da economia Europeia e até mesmo, evitar o possível desmembramento e fim da União Europeia.
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