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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Combustíveis: Galp admite nova subida de preços

Em noticia publicada na Agencia Financeira, O presidente executivo da Galp Energia, Ferreira de Oliveira, admitiu este sábado uma nova «subida de preços» dos combustíveis devido à «pressão da concorrência internacional». 
É verdade que, segundo as noticias publicadas, a empresa teve uma redução nos lucros, no 1º trimestre de 2011, de 36,1%, tendo reduzido os mesmos para uns módicos 41 milhões de euros, o que não deixa de ser um valor muito significativo para um período de 3 meses e isto sem esquecer que é comparativamente a igual período do ano passado, onde a empresa registou os maiores lucros de sempre, obtendo um acréscimo liquido anual dos lucros de 43 %. E isto à custa do aumento dos preços e das margens de refinação, ou seja, mesmo vivendo o país em plena crise nacional e internacional, a empresa não se coibiu em aumentar os preços de modo a puder apresentar melhores resultados, claro está, à custa do Zé Povinho.
Embora os contribuintes vejam, desde à muito tempo a esta parte, o seu poder de compra diminuir todos os dias, ao ponto de muitos terem deixado de conseguir corresponder aos compromissos assumidos ou mesmo terem deixado de conseguir colocar comida nos pratos dos seus filhos, uma empresa com participação estatal, num pais à beira do colapso (Bancarrota) que apresenta a 8ª maior taxa de pobreza infantil da OCDE, não se inibe, uma vez mais, em aumentar os preços, de modo a conseguir, Como Sempre, à custa do Zé Povinho, apresentar-se como uma empresa que consegue, num ambiente de crise profunda, sobressair com bons ou mesmo óptimos resultados. Mesmo que esses resultados resultem de sacrifícios extremos da população em geral ou mesmo de crianças inocentes, continuando, os seus administradores e accionistas, a usufruírem de elevadíssimos rendimentos que deveriam envergonhar todo aquele que se diz VERDADEIRO PORTUGUÊS E PATRIOTA .
 Para se confirmar a Aberração que esta situação e os argumentos destes senhores representam, Basta deslocarmo-nos ao pais vizinho - Espanha – e ai veremos, independentemente da crise em que se encontra, postos de combustível GALP com preço dos combustíveis 0,15 € a 0,40€ mais barato do que em Portugal.
Questionamos pois:

  • Em Espanha não se verifica «subida de preços» dos combustíveis devido à «pressão da concorrência internacional»? 
  • Os impostos sobre os combustíveis serão mais baixos mas não será também o governo do pais vizinho que não permite o aumento desenfreado dos preços (como, infelizmente, se verifica em Portugal)?
  • Mesmo aceitando que os impostos sobre os produtos petrolíferos possam ser mais elevados, será que é justo uma empresa aumentar os preços, de modo a continuar a obter lucros astronómicos, enquanto cada vez mais pessoas passam fome?
  • Onde querem estes senhores chegar com estas politicas completamente Anti-sociais?
  • Será que não se apercebem que poderão incorrer num grande risco de se transformarem em “Personas Non Gratas” e originarem uma fuga dos clientes?
Parece-nos pois que, esta empresa e os senhores que a dirigem, não têm nada de patriotas e não estão dispostos a participar nos sacrifícios que são exigidos a todos, pensando apenas nos seus umbigos e nos dos seus amigos a quem pagam salários completamente absurdos e cujos currículos são inexistentes ou, quando existem demonstram que a competência deixa mesmo muito a desejar.
Perante esta Indiferença para com os sacrifícios da população, Cabe-Nos Aqui Apelar A Todos Os Portugueses, Que Realmente Sentem As Dificuldades do Momento, que NÃO METAM MAIS COMBUSTÍVEIS NOS POSTOS GALP. Vamos castigar quem não pensa nem se preocupa com os sacrifícios do POVO PORTUGUÊS. Vamos demonstrar-lhes que eles, sem o povo Português, não são ninguém.
Com certeza que, se seguirmos esta estratégia, ao fim de 2 dias (no máximo), a empresa GALP terá que repensar a sua estratégia e dar o Devido Valor ao Povo Português, que nada mais é do que os seus clientes e aqueles que lhes têm proporcionado todos os lucros astronómicos que têm apresentado ao longo dos anos.
POR PORTUGAL E PARA PORTUGAL Todos os sacrifícios são validos e como diz o velho ditado “O Povo Unido Jamais Será Vencido”.
 
José António Vilaverde
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