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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Os Rostos por trás do Protesto da "Geração à Rasca" ou Geração dos € 600

O Movimento "Geração à Rasca", foi organizado por jovens portugueses sobretudo através das redes sociais, Licenciados e/ou Mestres que se debatem com um problema que tem a ver com a dificuldade de empregabilidade dos jovens portugueses e/ou baixos salários. Acresce que a maior parte dos jovens concluem as sua Licenciaturas ou Mestrados, com grande sacrifício pessoal e de suas famílias, já que a frequência e a conclusão de um Curso Superior, requer a mobilização tanto do jovem bem como da família e exige pesados recursos, quer financeiros, quer em termos de tempo, já que são consumidas muitas horas, dias, meses e até anos de estudo e de sacrifício.
Jovens que com o apoio, envolvimento, esforço e sacrifício das sua famílias, se mobilizam e investem forte num Projecto que é do jovem e para o jovem, mas que também é da família. Após anos de estudo e esforço, surgem os entraves à empregabilidade, ou então surge uma empregabilidade precária em que a "Geração à Rasca" aufere salários em torno dos € 600, com todas as limitações e todos os constrangimentos que esta situação comporta, em termos de projectos de vida presente e futura.
Como é do conhecimento público, o movimento "Geração à Rasca" está a promover a mobilização de jovens e não jovens, para uma concentração/desfile que terá lugar no dia 12 de Março em Lisboa e no Porto, pretendendo-se que desfilem na Avenidada da Liberdade em Lisboa e na Praça da Batalha no Porto, como forma de alertar e de protestar contra a actual situação de precariedade e de esquecimento em que se encontram.
Num artigo publicado no Jornal "Expresso" e intitulado "As caras por trás do Protesto da Geração à Rasca", são apresentados os jovens que estão na origem desta iniciativa. (Ver em Fonte)

Filipa Bragança
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