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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Incoerências de Pedro Passos Coelho - Em 2010 dizia que aumentar impostos provocava um efeito depressivo na receita fiscal, mas foi precisamente isso que ele fez!

Implosão da Economia Nacional em Marcha - Atualização em 26 de Agosto de 2013: Incoerências graves do 1º Ministro Pedro Passos Coelho
 
Incoerências imperdoáveis e devastadoras do 1º Ministro Pedro Passos Coelho, com impacto trágico no País de Camões! 
 
Se o 1º Ministro Pedro Passos Coelho aumentou brutalmente os impostos diretos, nomeadamente o IRS, bem como o IVA na restauração (23 %), o que teve as consequências nefastas que todos nós conhecemos, seria de supor que ele acreditaria pelo menos que com essa estratégia a receita fiscal deveria aumentar e o défice nas Contas Públicas por sua vez deveria baixar! Contudo, apresentamos de seguida um excerto que contraria esta ideia e que foi retirado do livro "Mudar",  publicado em 2010 (2ª edição) pela Editora Quetzal e cujo autor é Pedro Passos Coelho, antes de ter sido eleito 1º Ministro de Portugal!
 
"(....) encontramo-nos numa situação em que a redução do défice à custa do aumento das taxas marginais de imposto tem um efeito mais negativo que positivo, isto é, mesmo que num primeiro momento a receita aumente, ela cairá em seguida de forma mais pronunciada como consequência do efeito depressivo que acarreta o aumento da carga fiscal. Porquê?
No caso dos impostos indiretos, com relevância para o IVA, porque torna as transações mais caras e isso implica uma redução do consumo. No caso dos impostos diretos, porque o nível de endividamento das famílias já não deixa uma grande margem para o Estado, e uma redução do nível do rendimento disponível, forçada por impostos, trará as mesmas consequências depressivas sobre a procura e a atividade económica." (Coelho, Pedro Passos, 2010, p. 159).


Afinal o que vai na cabeça destes políticos? Andam a fazer experiências connosco?
 
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