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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Tantos sacrifícios em 2012 para quê? Dívida Pública do Governo Passos Coelho/Troika cresce ao mesmo ritmo que no tempo de José Sócrates

Implosão da Economia Nacional em Marcha - Atualização em 31-12-2012

Apesar de todas as medidas de austeridade que esmagam o poder de compra, degradam a qualidade de vida da população e matam a Economia Nacional, a Dívida Pública Portuguesa do governo de Pedro Passos Coelho/Troika, mantém o ritmo crescimento da Dívida Pública Portuguesa da governação no tempo de José Sócrates!

Trancrevemos excerto da notícia publicada ontem em sol.sapo.pt:
"Dívida da "troika" e de Sócrates sobem ao mesmo ritmo
Dívida do Estado cresceu 30 mil milhões de euros desde a intervenção externa, uma subida semelhante ao último ano e meio de Sócrates. Endividamento vai continuar em alta em 2013 e um perdão parcial teria vantagens, antecipam os analistas ouvidos pelo SOL.

Um ano e meio após o início da intervenção da troika em Portugal, a dívida do Estado continua a crescer a um ritmo semelhante ao dos últimos 18 meses do Governo de José Sócrates.
Segundo dados do IGCP (agora denominada Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública), a dívida directa do Estado subiu português 18,2% desde a entrada do Fundo Monetário Internacional (FMI), da Comissão Europeia (CE) e do Banco Central Europeu (BCE) no país.
Entre Junho de 2011 e Novembro deste ano, a dívida directa do Estado cresceu na ordem dos 30 mil milhões de euros, passando de 164,3 para 193,5 mil milhões de euros. Este aumento é quase equivalente ao registado no último ano e meio da governação socialista. Entre Novembro de 2009 e Junho de 2011, a dívida do Estado aumentou 24% passando de 130,2 para 164,3 mil milhões de euros – uma subida também na casa dos 30 mil milhões de euros, mostram os dados do IGCP.
Défices ‘alimentam’ subidasA política de austeridade e as medidas para controlar a dívida pública introduzidas pela troika não conseguiram, afinal, inverter a tendência da recta final do Executivo de Sócrates – um período marcado por emissões de dívida sucessivas para evitar o resgate financeiro, em que já tinham ‘caído’ a Grécia e a Irlanda. Os contínuos défices orçamentais do Estado têm obrigado o país a endividar-se para ‘tapar’ a diferença entre as receitas e as despesas.
Os analistas contactados pelo SOL são unânimes em considerar que a trajectória da dívida em 2013 deverá manter-se em sentido ascendente e ultrapassar a barreira dos 200 mil milhões de euros. A subida do endividamento do Estado poderá mesmo ser maior do que o esperado pelo actual Governo, uma vez que o objectivo para a execução orçamental do próximo ano não deverá provavelmente ser alcançado, antecipa Albino Oliveira, analista da Fincor, em declarações ao SOL.
A redução da dívida pública é um dos três pilares do programa de assistência da troika, mas até agora tem sido o que menos sucesso tem tido. Em cada visita ao país, os credores externos têm sido obrigados a rever em alta a evolução e os montantes da dívida pública nacional. (...)"
Fonte: sol.sapo.pt
 

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