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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

"Saco Azul" Pagou a Governantes do Anterior Governo PS de José Sócrates, Através da Utilização de Cartões de Crédito Milionários

Segundo notícia Publicada no Jornal Correio da Manhã do passado Sábado dia 18 de Fevereiro, Cartões de Crédito com Plafond mensal de € 5000 (!) foram utilzados por ministros e secretários de Estado do ex primeiro ministro José Sócrates, para o pagamento de despesas sem orçamentação.
Segundo a mesma fonte, "os ministros e secretários de Estado do anterior Governo de José Sócrates, pagaram despesas com cartões de crédito e verbas do fundo de maneio dos gabinetes, sem que haja rasto do dinheiro nos seus ministérios. Na prática, de acordo com o Tribunal de Contas, o cartão de crédito funcionou como um suplemento remuneratório. A ex. Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas e o ex ministro da Justiça, Alberto Martins, tinham cartões de crédito com um plafond mensal de cinco mil e quatro mil euros respectivamente. Com o salário, despesas de representação e regalias como cartão de crédito, fundo de maneio e telemóvel, a remuneração de um ministro rondava os 10 mil euros mensais." 
Ainda segundo o Correio da Manhã, "o segredo em torno dos cartões de crédito tem sido uma constante em todos os governos: não só nunca se assumiu que os ministros e secretários de Estado utilizavam esses cartões, como nunca se esclareceu de onde vinham as verbas para essas despesas. No orçamento dos gabinetes dos membros do Governo não há referência a gastos com cartões de crédito, ou dinheiro de fundo de maneio. E o Tribunal de Contas  disse, em auditoria aos gabinetes ministeriais de 2007, que "não existe um quadro legal que regulamente a sua [cartões de crédito e telemóvel] atribuição."
A Secretaria de Estado da Cultura, única que respondeu às perguntas do Correio da Manhã, assume que Gabriela Canavilhas e Elíseo Summvile tinham cartões de crédito, com um plafond de 5 mil euros e 4 mil euros. E diz que esses gastos eram pagos com verbas provenientes das rúbricas "despesas de representação e prémios, condecorações e ofertas".
O Tribunal de Contas deixou claro que a "ausência de fixação de regras na atribuição destes benefiíios dá lugar a discricionaridade na sua utilização".
Entretanto a Associação Sindical de Juízes Portugueses (ASJP), na pessoa do seu Presidente, o Juíz António Martins, "admite avançar com um processo crime contra os ministérios que não entregaram os documentos relativos às despesas com cartões de crédito, telefones fixos e móveis, entre outros, por membros do Govereno de José Sócrates. Segundo António Martins, Presidente da Associação Sindical de Juízes Portugueses, apenas o Ministro da Justiça entregou toda a documentação completa. O presidente da ASJP é categórico: "Em relação aos ministérios que não entregaram a documentação, admitimos avançar com uma queixa crime por incumprimento da decisão do tribunal". E remata: "O acórdão do Supremo Tribunal Administrativo é muito claro"".

Comentário THE BESTS: Estamos inteiramente de acordo com a posição assumida pela ASJP!
Quando é que estes cidadãos portugueses que enveredam pela política se consciencializam que na verdadeira acepção da palavra, política não é profissão, mas antes um forma de estar em prol da sociedade, devendo prevalecer valores como a honra, a verdade, a honestidade  e o altruismo? Ser político implica uma acção em prol da sociedade ou grupo social que o elegeu e não o contrário, já que muitas vezes, certas criaturinhas se servem dessa mesma sociedade em beneficio próprio e apoderando-se da coisa alheia/pública, situações que deverão ser investigadas e devidamente punidas!
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