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domingo, 29 de janeiro de 2012

Austeridade – o que significa e quais as (Des) vantagens?????

Nos últimos tempos, a palavra AUSTERIDADE, tem feito parte do dia a dia de muitos dos cidadão portugueses. Convêm pois tentar perceber o que, realmente, significa a palavra AUSTERIDADE.
Segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, “austeridade (latim austeritas, -atis):
1. Qualidade de austero;
2. Cuidado escrupuloso em não se deixar dominar pelo que agrada aos sentidos ou deleita a concupiscência;
3. Severidade, rigor.
Segundo a Infopédia, “austeridade - nome feminino:
1. carácter ou qualidade do que é austero;
2. rigor de disciplina;  severidade;
3. ausência de enfeites ou ornamentos;
4. ECONOMIA contenção de gastos;
5. ECONOMIA política governamental que procura reduzir a despesa pública.
Em todas as anteriores definições de Austeridade (e, com toda a certeza, em todas as outras que haverá), está bem patente a severidade das medidas e, desde que seja feita de uma forma Justa e Imparcial, o rigor da sua implementação.
No entanto, na opinião de muitos Economistas, nacionais e internacionais, de Renome, Medidas de Austeridade não ajudam, em nada, uma Crise, podendo mesmo agravar (e muito) o seu efeito:
Então cabe questionar o porquê de, o 1º ministro de Portugal, não só ter implementado as exigências da Troika (Duras mas Necessárias) mas também ter tomado a iniciativa e ir muito mais além do exigido pela dita troika.
  • Quais as razões que o levaram a tomar tal atitude???
  • Será que cumpriu com as obrigações para as quais foi escolhido pela maioria do Portugueses?
  • Será que, ao tomar tal decisão, pensou, com espírito Patriota, nos seus concidadãos (principalmente os mais desfavorecidos)???
  • Será que, numa democracia (como julgamos ser o caso de Portugal), a eleição e a Constituição lhe dão esse Direito?
  • Com que direito priva centenas de milhares ou mesmo milhões de Portugueses, de parte dos seus rendimentos (seus por direito segundo o Artigo 290.º (Direito anterior) da Constituição da Republica Portuguesa que valida o art. 17.º do Decreto-Lei n.º 496/80 – “Os subsídios de Natal e de férias são inalienáveis e impenhoráveis.,)?
  • Com que direito viola ele a Constituição da Republica Portuguesa que jurou, aquando da sua tomada de posse, Honrar e Defender?
  • Não seria mais JUSTO e MAIS PATRIOTA, confiscar os bens de todos aqueles que ao longo de anos Roubaram e Usurparam, em benefício próprio e de amigos, o erário publico?
  • Mas que raio de 1º ministro nós Arranjamos??? Então Castiga quem confiou nele para colocar Ordem e Justiça neste País?
  • Como quer que os portugueses trabalhadores e cumpridores ,das suas obrigações fiscais, continuem a cumpri-las se lhes retira uma verba substancial e, em muitos casos, vital, para que o possam efectuar?
  • E se todos esses portugueses não conseguirem cumprir essas mesmas obrigações? Serão penalizados???
Pois é Sr. 1º ministro!!!! Se ainda não se apercebeu, existem muitos Portugueses (honestos e trabalhadores) que trabalham (arduamente e com profissionalismo) mensalmente para sobreviverem, tendo nos seus subsídios (férias e natal), as verbas necessárias para puderem cumprir com as suas obrigações fiscais e outras despesas extras (seguros, saúde, etc..)!!! SE LHOS TIRA COMO VAI SER????
VÃO ROUBAR PARA PODEREM CONTINUAR A PAGAR ESSAS DESPESAS????? OU DEIXAM DE AS PAGAR? Como vai ser????
Parece-nos pois que, com o rumo que o Sr. Pedro Passos Coelho e o seu governo, estão a trilhar, o seu mandato não terá oportunidade de chegar ao fim!!!!

Segundo Confúcio - “Ver o bem e não fazê-lo é sinal de covardia.”, assim como, segundo Abraham Lincoln – “Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em covardes.”.
Não julgue os Portugueses Covardes!!! O povo Português é um povo Pacato mas nunca se atreva a confundi-lo como um povo Covarde. Na historia ficarão as ações que cometermos em vida (para o bem ou para o mal)!!!!

Até as crianças em Portugal têm uma definição muito própria para a Austeridade:
"é quando o estado nos tira dinheiro para pagar as suas contas até nós deixarmos de ter dinheiro para pagar as nossas." - segundo uma criança de 5 anos quando questionado por um jornalista da SIC.
José António Vilaverde
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