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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Presidente da República Cavaco Silva voltou hoje a pedir uma Repartição Equitativa dos Sacrifícios aos Portugueses

25 - 11 - 2011
Um dia após a contestação social e a greve Geral de ontem que, ao contrário do que diz o Governo, reuniu a adesão da grande maioria dos Portugueses, o Presidente da República Cavaco Silva em palavras que terão sido dirigidas ao Governo, voltou hoje a pedir uma Repartição Equitativa dos Sacrifícios a Portugal
Pela leitura que se retira das palavras do Senhor Presidente República, o mesmo continua a discordar da aplicação de cortes a 100% nos Subsídios de Férias e de Natal de Funcionários Públicos e Pensionistas nos anos de 2012, 2013 e seguintes (?), entendendo que será mais justo e equitativo um corte menor, mas aplicado a todos os Sectores da Sociedade Portuguesa e não apenas a alguns. Um exemplo de uma medida mais equitativa e justa é o actual imposto extraordinário ou sobretaxa extraordinária aplicada ao Subsídio de Natal (14º mês) do presente ano (2011) que, sendo aplicada a todos os trabalhadores Portugueses e sem discriminação entre sector Público e Privado, acaba por ser uma medida mais justa, equitativa, e equilibrada. 

Transcrevemos notícia publicada hoje em economico.sapo.pt:
- "O Presidente da República recomendou hoje "uma atenção muito especial" à "agenda da coesão social", que tem de incluir a repartição equitativa dos sacrifícios e um "diálogo frutuoso" entre Governo, maior partido da oposição e parceiros sociais.

"Esta agenda da coesão social deve merecer uma atenção muito especial porque ela pode exercer uma influência muito decisiva sobre o crescimento económico", afirmou o chefe de Estado, numa intervenção na abertura do Conselho para a Globalização, iniciativa organizada pela COTEC que decorre em Lisboa.

Apontando as três agendas que os decisores políticos portugueses têm neste momento de conduzir em simultâneo - a agenda da consolidação orçamental, a agenda da coesão social e a agenda do crescimento económico - Cavaco Silva falou sobre cada um deles, enfatizando a importância da coesão social.

"A agenda da coesão social visa criar um ambiente social favorável à correcção dos desequilíbrios económicos do nosso país", sustentou.
Essa agenda, continuou, não pode deixar de incluir e "de forma muito clara a repartição equitativa dos sacrifícios que são exigidos aos portugueses", o apoio aos mais desfavorecidos, "em nome da dignidade da pessoa humana" e "um diálogo frutuoso entre Governo e o maior partido da oposição e entre o Governo e os parceiros sociais."
Fonte: economico.sapo.pt
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