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terça-feira, 13 de setembro de 2011

FMI Liberta Tranche de 3,98 Mil Milhões de Euros a Portugal e Troika Exigiu Hoje Aumento de Corte na Despesa no Valor de 0,6% do PIB em 2012

FMI anunciou ontem que libertou a 2ª Tranche de ajuda a Portugal, empréstimo este no valor de 3,98 Mil Milhões de Euros. Por sua vez, a Troika, na sequência da avaliação do cumprimento das medidas de contenção impostas a Portugal, anunciou hoje que Portugal vai ter que fazer um esforço adicional de corte na despesa no valor de 0,6% do PIB Nacional, o que equivale ao recente desvio descoberto no valor de 1000 Milhões de Euros

Lembramos que Portugal já recebeu até ao momento um total de 10,43 Mil Milhões de Euros de ajuda da Troika e até 2013 irá receber 78 Mil Milhões de Euros. Segundo o acordo, o FMI comprometeu-se a conceder a Portugal um empréstimo no valor de 26 Mil Milhões de Euros durante 3 anos, sendo o restantes  52 Mil Milhões de Euros suportados pelo Banco Central Europeu (BCE) e pela Comissaão Europeia (CE).

Segundo economia.publico.pt "Nemat Shafik, um dos directores do conselho executivo do FMI, afirma no comunicado divulgado pela instituição, que “o novo Governo português sinalizou o seu forte compromisso com o programa, e tem alcançado bons progressos na sua implementação”. 

“As autoridades estão a responder às recentes derrapagens orçamentais para assegurar que as metas do programa de 2011 são atingidas”, adianta o responsável do FMI, salientando que há um compromisso de centrar o orçamento de 2012 em “medidas permanentes de corte na despesa”

Entretanto a Troika anunciou hoje que quer medidas adicionais para corte na despesa equivalentes a 0,6% do PIB Português, até 2012.

Transcrevemos excerto da notícia publicada em economia.publico.pt:
"A troika divulgou hoje a sua primeira avaliação trimestral sobre o programa de ajustamento económico e quer que, em 2012, o Governo tome medidas adicionais, sobretudo do lado da despesa, no valor de cerca de mil milhões de euros, o equivalente a 0,6 por cento do PIB.

Estas medidas serão necessárias para cobrir o esforço maior de redução do défice que o Executivo terá de fazer, devido às medidas extraordinárias usadas este ano, como a transferência do fundo de pensões dos bancários para o Estado.

Na primeira actualização do memorando de entendimento assinado entre o Governo português e a troika, hoje divulgada, a Comissão Europeia (BCE), o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) dizem que a implementação do programa de ajustamento económico está em curso e reiteram as metas do défice que o Governo terá de atingir: 5,9% do PIB este ano, 4,5% em 2012 e 3% em 2013"
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