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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Regime Líbio de Muamar Kadafi Prestes a Cair e Petrolíferas Internacionais já se Movimentam vs Assegurar Quinhão no "Banquete"

BATTLE FOR LIBYA'S OIL - Batalha pelo Petróleo Líbio
Corrida ao Petróleo na Líbia já começou
Regime Líbio de Muamar Kadafi cai e petrolíferas da Europa, Estados Unidos da América (EUA) e Qatar chegam-se à frente. Ninguém quer ficar para trás. "Acotovelam-se" e todos querem participar no "banquete", até porque ao que parece, os rebeldes vão compensar as Petroliferas dos Países que ajudaram na queda de Kadafi.

Rússia e China arriscam-se a ficar de fora, porque não apoiaram os rebeldes e tinham contratos anteriores com Kadafi que, agora poderão vir a ser anulados pelos rebeldes. Será que Rússia e China se vão conformar com a expusão do "jogo"?
A Alemanha, Brasil e muitos outros países também deverão ficar de fora porque não se mostraram muito solidários com os rebeldes Líbios.

Transcrevemos excerto de notícia publicada em pt.euronews.net:
"Antes da guerra, a Líbia produzia 1,6 milhões de barris por dia, cerca de 2% da produção mundial.
Mas o potencial é muito mais elevado. O país tem as maiores reservas de África, avaliadas em 44 mil milhões de barris. É uma riqueza subaproveitada, já que o país é apenas o quarto maior exportador africano.
85% dessa produção vai para a Europa. Por isso os europeus estão na primeira linha na cobiça do petróleo líbio, a começar pela italiana Eni.
A empresa está em contacto diário com os rebeldes, já que não quer perder o lugar de principal exploradora no país.
Antes do início da rebelião, a Eni (Italiana) era a principal produtora estrangeira na Líbia, o que representava 15% do total da produção do grupo.

Segundo os peritos, vão ser precisos dois anos até a produção voltar ao nível de antes da guerra.
A Eni vai estar na primeira linha, mas a francesa Total pode também beneficiar com o apoio da França à rebelião.
Os rebeldes falaram em dar 35% dos novos contratos aos franceses. À espera de contratos estão ainda empresas como a suíça Vitol ou a Qatar Petroleum. Isto sem falar de gigantes como a BP e a Shell, que esperam também tirar algum proveito das mudanças políticas na Líbia.
Já a China e a Rússia multiplicam as ofensivas diplomáticas. Com a abstenção no Conselho de Segurança da ONU em março, Pequim e Moscovo, grandes parceiros da Líbia antes da guerra, podem ter perdido a corrida ao ouro negro no futuro.
Mas, por enquanto, todos os contratos assinados na era Kadhafi devem ser cumpridos: “Todos os contratos legais, quer digam respeito a petróleo e gás, quer a intermediários, vão ser respeitados. O novo governo não pode decidir se revoga ou não esses contratos”, diz Ahmed Jehani, representante do Conselho Nacional de Transição para a reconstrução".

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VÍDEO: pt.euronews.net
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