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quarta-feira, 23 de março de 2011

Porque será que não interessa o FMI?



Será que não interessa ao POVO ou só não interessa ao povinho Reles e Oportunista?
  1. «O FMI é um papão que a sociedade portuguesa criou»;
  2. «já temos de lidar com o FMI»;
  3. «Com o FMI ou sem ele o importante é resolver o problema do País».
Quando questionado do porquê do Governo teimar em evitar a sua intervenção, responde:
  • «O primeiro-ministro jogou algum do seu prestígio pessoal nessa atitude e, agora, não quer sair com o seu ego magoado»;
  • «Os políticos, o Partido Socialista não é o único, evitam a entrada do FMI porque as suas mordomias desapareciam».
Ai estão as verdadeiras razões que movem esta gentalha sem vergonha – “MORDOMIAS”!!!!
Como é possível que, até moribundo, este País, tão maltratado, tenham que continuar a governar esta corja de incompetentes sem escrúpulos, cujo único objectivo é apropriarem-se do esforço e rendimento alheio?  
Será que não existe capacidade de correr com esta corja e julga-los por todos os males que fizeram ao País que prometeram defender?
Será que serem eleitos, numas eleições democráticas, lhes dá legitimidade para roubarem impunemente?
Será que a assembleia da republica, sendo uma assembleia do povo, não tem obrigação de fiscalizar e denunciar prevaricadores, sejam eles quem forem?
Porque é que detentores de cargos políticos têm imunidade parlamentar? O que é isso? Não deveriam ser os primeiros a não terem medo da justiça?
Como seria se vivessem com o ordenado mínimo nacional?
Será que se consciencializavam das dificuldades e frustrações sentidas por um grande numero de Portugueses?
Portugueses que a única coisa que desejariam seria terem uma vida minimamente digna e sem fome.
Será que é necessário uma guerra para que este País renasça das cinzas?
Será que só uma guerra voltará a colocar Portugal no patamar de Pais Honesto, Patriota e Solidário? 
Esperemos, muito sinceramente que não. Se existe uma Constituição e Leis, deverão ser iguais para todos e todos os que contra elas forem deverão ser julgados por tal e, sempre que se justifique, condenados, sejam eles quem forem.
Só assim se voltará a dar o verdadeiro sentido à palavra DEMOCRACIA.
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