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Tentar destacar os melhores (ou os piores), nas diferentes temáticas, criando um espaço de livre debate.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

António Guterres é o Novo Secretário Geral das Nações Unidas (ONU)

No ano de 2016, Portugal faz história não apenas no Desporto ao vencer os campeonatos da Europa de Futebol e também de Hóquei em Patins, mas faz também História nos Direitos Humanos com a aclamação do Engenheiro António Guterres ao Cargo de Secretário Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

O dia 6 de Outubro de 2016, entra para a História de Portugal como sendo o dia em que a Diplomacia Portuguesa regista possivelmente o seu maior feito de sempre, com a Eleição de António Guterres para o cargo de Secretário Geral da ONU.
Segundo jn.pt, "o Conselho de Segurança das Nações Unidas escolheu, esta quinta feira, por unanimidade e aclamação o antigo primeiro-ministro português António Guterres como secretário-geral da organização."
Se até aqui. Portugal era falado nos 5 cantos do mundo, sobretudo devido a Cristiano Ronaldo e também devido ao facto de através da Seleção Nacional de Futebol Portugal se ter sagrado Campeão Europeu de Futebol, a partir de agora, a "Marca" Portugal que já é um dos principais destinos turísticos do mundo, passará também a ser associado aos Direitos Humanos, através da aclamação de António Guterres como Secretário Geral da ONU.
O Mérito da eleição de António Guterres a Secretário Geral da Organização  Nações Unidas, é inteiramente do próprio Guterres pelas suas qualidades, designadamente, pela sua experiência, conhecimento, valores, honestidade, humildade, empenho e competência em prol das causas sociais e humanitárias a nível universal.

Um Bem Haja Engenheiro António Guterres, pelo trabalho desenvolvido nos últimos anos em prol dos Direitos Humanos e causas Humanitárias, bem como pela sua Eleição por Aclamação e Unanimidade ao mais alto cargo das Nações Unidades, derrotando entre outros, fortes candidatas de leste apoiadas por Angela Merkel e também pela Rússia. Guterres foi eleito por unanimidade e aclamação, pelos 15 países membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.
                   6 de Outubro de 2016 - António Guterres é Eleito Secretário Geral da ONU

sábado, 1 de outubro de 2016

Tesouro Nacional - Coleção de 85 Obras (Quadros e uma Escultura) de Joan Miró salva em 2014 da venda em leilão da Christie's, por um Grupo de Corajosos Patriotas e pela Oposição ao governo de então, encontra-se exposta em Serralves

30 de Setembro de 2016 -  Obras de Joan Miró em Serralves
Dia Grandioso para a Cultura Portuguesa com a Abertura da Exposição Permanente com as 85 Obras de Joan Miró, mais concretamente, 84 Quadros e uma Escultura, na Casa de Serralves no Porto.

Ontem ao final da noite tivemos conhecimento de que as Obras de Miró vão ficar permanentemente expostas no Museu de Serralves no Porto e não apenas temporariamente, como inicialmente se previa.
30-09-2016 Casa Serralves - Exposição Joan Miró "Materialidade e Metamorfose"
Esta é uma excelente notícia, já que pela vontade de muitos supostos "ilumiados" e insensíveis do anterior governo, pela falta de visão, no início do ano de 2014, as 85 Magníficas Obras de Joan Miró foram que foram avaliadas em 150 milhões de euros, poderiam ter sido vendida por 35 milhões no Leilão da Christie's em Londres. Na sequência da falência do BPN, as referidas Obras passaram para a posse do Estado Português e desde meados de 2009 que estiveram guardadas na Caixa Geral de Depósitos, estando agora Serralves.
Referências: https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/christies-cancela-leilao-da-coleccao-miro-1622336
http://www.tsf.pt/vida/interior/reunidas-500-assinaturas-contra-venda-de-85-obras-de-miro-pelo-estado-3619798.htm

Ou seja, graças a um Grupo de Corajosos Patriotas, bem como a Partidos Políticos como o PS e o PCP que em 2014 se encontravam na oposição ao governo de então e que interpuseram ação em Tribunal contra a venda destas Obras, a Magnifíca Coleção composta por 85 Obras de Joan Miró não saiu da posse do Estado Português e hoje já se encontra em exposição Permanente na Casa de Serralves.
                                         Joan Miró - Exposição Serralves
Referência: http://www.jornaldenegocios.pt/economia/cultura/detalhe/ministro_da_cultura_quer_exposicao_de_obras_de_miro_do_ex_bpn_em_serralves_em_2016.html 
Para além da Coleção se manter na posse do Estado Português, o impedimento da sua venda permite que as as Obras se mantenham reunidas e expostas ao público num mesmo espaço, para usufruto de todos. No entanto, se as Obras tivessem sido vendidas, a Coleção teria sido "desmembrada"  e hoje estaria espalhada na posse de diversos particulares.
Segundo Publicação de jornaldenegocios.pt em 12 de dezembro de 2015, João Soares, anterior Ministro da Cultura do atual Governo, terá proposto à Fundação Serralves que a primeira exposição das obras do Pintor catalão Joan Miró, provenientes do antigo Banco Português de Negóciso (BPN), se realizasse em Serralves no ano de 2016, o que está de facto a acontecer.

Em 20-01-2014 a tvi24.iol.pt informava que a petição lançada no início de Janeiro de 2014 contra a venda de 85 quadros de Joan Miró na posse do Estado Português, tinha sido enviada para o Parlamento Europeu. Na altura, Carlos Cabral Nunes, do "Coletivo Multimédia Perve", informava que a petição que recolheu com 8016 assinaturas contra a venda das obras de Miró, tinha sido enviada ao Parlamento Europeu. Carlos Cabral Nunes informou ainda que também pretendiam saber se a referida venda violava ou não a Legislação Europeia.
Referência: ttp://www.tvi24.iol.pt/sociedade/tvi24/miro-peticao-contra-venda-de-quadros-no-parlamento-europeu

Iniciativa da Casa da Liberdade Mário Cesariny, do Coletivo Multimédia Perve, a petição defendia a suspensão da venda das obras que se encontravam na posse do Estado Português, através da nacionalização do antigo Banco Português de Negócios (BPN). A iniciativa defendia ainda que as obras ficassem disponíveis em exposição ao público, num museu em Portugal. 
Na sexta feira, dia 24 de janeiro de 2014, dois Projetos de Resolução do PS e do PCP contra a venda das obras foram chumbadas pela maioria PSD/CDS-PP numa votação em plenário. Na mesma altura, o Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, afirmava que no contexto de organização das coleções do Estado, a aquisição da coleção de obras de Joan Miró não era uma prioridade do Estado.
Referência: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/tvi24/miro-peticao-contra-venda-de-quadros-no-parlamento-europeu

Em 5 de Fevereiro de 2014, jornaldenegócios.pt  noticiava que, suspensão da venda de quadros de Miró chamava a atenção de jornais de todo o mundo. 
Segundo a mesma fonte, a Christie´s na altura informou que, "apesar de a providência cautelar não ter sido aprovada, as incertezas jurídicas criadas por esta disputa em curso significam que não podemos oferecer as obras para venda de forma segura".
Ex Secretário de Estado da Cultura Jorge Barreto Xavier (2014)
Referência: http://www.jornaldenegocios.pt/economia/cultura/detalhe/suspensao_da_venda_de_quadros_de_miro_chama_a_atencao_dos_jornais_em_todo_o_mundo.html
Em 9 de abril de 2015, segundo observador.pt, o Ministério Público pedia a condenação de todos os envolvidos na venda dos quadros de Miró. De acordo com a mesma notícia, "as sociedades Pervalorem e Parups, criadas pelo Estado para recuperar os créditos do ex-BPN, divulgaram (...) um comunicado com o ponto da situação sobre os processos relacionados com este caso, anunciando que os processos interpostos tinham sido dado como extintos pelos tribunais, mas que o MP tinha recorrido "de todas as decisões que lhe foram desfavoráveis".
Conclusão: A venda e a realização de capital imediato, nem sempre é a melhor opção, sobretudo se se tratar de obras de arte. No caso das Obras de Miró, vender os 84 quadros e a escultura por 35 milhões de euros em 2014, ou até mesmo por 100, não seria com toda a certeza a melhor solução, uma vez que se tal tivesse acontecido, hoje já não haveria quadros e os 35 milhões há muito que se tinham "evaporado". 
Uma vez que as Obras de Miró não foram vendidas, elas permanecerão na posse do Estado Português, podendo assim permanecer em exposição para sempre em Território Nacional, para que todos nós possamos usufruir e ter o enorme privilégio e a satisfação de podemos visitar a exposição e contemplar tão maravilhosas Obras. Para além disso, a Exposição vai criar uma dinâmica ao nível do Turismo Cultural, geradora de enormes benefícios e ganhos para a Economia Nacional que serão muito superiores à receita que teria sido obtida com a venda precipitada e irracional de tão maravilhosa Obra.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Falência de jogadores de Futebol e de outros desportistas profissionais cinco (5) anos após o final da carreira desportiva - Projeto Tarantini de ajuda

Tinha-se conhecimento de que muitos desportistas profissionais teriam problemas financeiros, pouco tempo após o "terminus" das suas carreiras desportivas.

Segundo publicação de desporto.sapo.pt, em que Tarantini, Capitão da Equipa de Futebol do Rio Ave, apresenta um Projeto inovador para ajudar jogadores de Futebol e desportistas em geral que se encontram em final de carreira, tivemos conhecimento de que 80% dos jogadores de Futebol Americano que se retiram, ficam falidos ao fim de três anos; 60% dos basquetebolistas norte americanos que se retiram, ficam falidos ao fim de cinco anos; e no principal Campeonato de Futebol de Inglaterra (Premier League), três (3) em cada cinco (5) jogadores que se retiram (60%), ao fim de cinco anos estão falidos.

A que se deverá o colapso financeiro de futebolistas e de outros desportistas profissionais que ao longo das suas carreiras ganharam centenas de milhar e até mesmo milhões de euros?

Para começar, em nosso entender, esse colapso deve-se a uma certa tradição, cultura e mentalidade existente em algumas modalidades desportivas, como é por exemplo o caso do Futebol no nosso País e também além fronteiras, eventualmente. Por tradição, num passado recente, os jogadores de Futebol abandonavam cedo os estudos, em prol de uma dedicação exclusiva à modalidade, muitas vezes mesmo antes de chegarem ao escalão sénior. Felizmente que esta realidade negativa tende a esbater-se/desaparecer, em grande medida devido à escolaridade obrigatória implementada nos últimos anos e que se estende até aos 18 anos de idade, bem como devido a uma evolução na mentalidade de muitos treinadores (muitos deles professores de Ed. Física) e dirigentes desportivos responsáveis pelas classes de formação nos diferentes clubes. 
O abandono precoce dos estudos, tinha como consequência um forte constrangimento no que respeitada à colocação futura no mercado de trabalho, num sector diferente do Futebol, após o final da carreira desportiva. Este factor, aliado ao facto de os desportistas retirados, eventualmente manterem, ou até aumentarem os seus índices de consumo de bens diversos, provoca um grave desequilíbrio entre a receita que entra nas suas contas pessoais e o gasto que suportam. Ou seja, em pouco tempo, este desequilíbrio cria um défice que se poderá transformar em falência pessoal. Felizmente que em outras modalidades caracterizadas por um nível de rendimentos muito inferior ao do Futebol, este tipo de mentalidade não existe ou é menos acentuado, pelo facto de os desportistas conciliarem a sua atividade desportiva, com a frequência e conclusão muitas vezes de um curso superior que no futuro próximo lhes permitirá abrir portas.

Conclusão: Todos os futebolistas e jovens desportistas, mesmo que sigam uma carreira desportiva, devem ter a noção de que por volta dos trinta e poucos anos de idade a carreira desportiva termina, sendo pois vantajoso que os futebolistas / desportistas tenham formação académica, ou possuam uma especialidade extra Futebol, ou até mesmo uma licenciatura ou carteira profissional, para ingresso numa outra carreira profissional após a saída do mundo do Futebol/Desporto. 

domingo, 11 de setembro de 2016

Falecimento de Hugo Abreu e de Dylan da Silva, dois Militares Instruendos do Curso de Comandos

Morte de dois Jovens Militares em Formação nos Comandos
O 127º Curso de Comandos do Exército começou no dia 3 de Setembro (sábado) e o Jovem Hugo Abreu, de acordo com informação de sol.sapo.pt, terá morrido no dia seguinte.
Na sequência das recentes informações divulgadas pela comunicação Social, tivemos conhecimento de que os Soldados Instruendos do Curso de Comandos, o Madeirense Hugo Abreu e Dylan da Silva natural de Ponte de Lima, ambos com 20 anos de idade, faleceram respetivamente nos dias 4 e 10 de Setembro, em consequência de "golpe de calor".
Dylan da Silva
O 127º Curso de Comandos do Exército começou no início de setembro e os Jovens Hugo Abreu e Dylan Silva que ainda há dois anos se encontravam a terminar a escolaridade obrigatória, perderam a vida pouco tempo depois.
Para além de Hugo Abreu e de Dylan da Silva que antes de falecer se encontrava nos cuidados intensivos do Hospital Curry Cabral, segundo notícia publicada a 8 de Setembro passado em dn.pt, encontravam-se ainda mais três instruendos internados no Hospital das Forças Armadas e um quarto no Hospital da Cruz Vermelha.
Segundo notícia publicada em cmjornal no dia 10-09-2016, os Comandos internados já não vão voltar ao Curso e em 09-09-2016, encontravam-se internados três militares.

As sentidas condolências às famílias e votos de rápida recuperação para os jovens instruendos hospitalizados.
A morte dos dois jovens instruendos que aos 20 anos de idade se encontravam no Curso de Comandos, na máxima vitalidade e plenitude das suas vidas, desperta em nós uma profunda dor e tristeza e também um inevitável olhar ao passado, onde recordamos a notícia da tragédia de 1989, marcada pela morte de dois Instruendos em Curso de Comandos nesse ano, bem como em 1990, ano marcado pela morte de um terceiro Instruendo. Provavelmente, na sequência destas tragédias, em 1993 deu-se a desativação do então Regimento de Comandos, segundo a informação que consta nas seguintes referências:
Em Dezembro de 2002 o Curso de Comandos foi reativado e, recentemente, em 09-10-2015 e em 10-10-2015, em notícias publicadas no cmjornal e em tvi24 respetivamente, houve na altura uma ocorrência com 9 ou 10 feridos em prova dos Comandos.

Divergindo agora para a área da atividade física desportiva relativamente à qual temos um melhor conhecimento, como é por exemplo o caso do ciclismo e da corrida de fundo, a propósito da possível desidratação que pode ocorrer em situações de prática de exercício físico intenso, como é do conhecimento público, a água é essencial à vida e cerca de 65% do corpo humano é composto por água, pelo que, os ciclistas nas grandes voltas, não dispensam o tradicional bidon de água.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

ENTRADA - GALERIA Heróis do Desporto Nacional - Últimos 50 Anos (1966 - 2016) - I - II - III - IV

ENTRADA - GALERIA Heróis do Desporto Nacional
50 Anos de Glória
Bem Vindos  - Welcome
                                                 ENTRADA - 1917 - Amadeo de Souza Cardoso
                                             2016 - Ano de Ouro para o Desporto Nacional
10-07-2016 - Portugal Campeão da Europa de Futebol
1966  - Ano de referência!
A Ponte é inaugurada.
                                                  Ponte 25 de Abril
                                     Referência: http://www.ruralea.com/ponte-25-de-abril/
A Seleção de Futebol "Os Magriços" Brilha Alto no Mundial de 66 e o "Pantera Negra" Eusébio deslumbra o Mundo.
                                         Mundial 1966 - Eusébio
                                      Referências: http://medalhaeusebio.pt/medalha-eusebio/
                                        http://www.rtp.pt/arquivo/index.php?article=756&tm=37&visual=4
Os Beatles dão as suas últimas entrevistas e terminam o seu reinado precisamente há 50 anos por ocasião do seu último concerto em 29 de Agosto de 1966.
Referência: http://blitz.sapo.pt/principal/update/2016-08-29-Ha-50-anos-os-Beatles-davam-o-ultimo-concerto

Eternos Rolling Stones iniciam "Reinado" cantando Lady Jane:
                                 1966 - Rolling Stones - Lady Jane
1966 marca o início de 5 Décadas de Glória para os Heróis do Desporto Nacional.
Study THE BEST About Sports Begins.
Índice   
I - Os Melhores do Futebol e do Desporto Nacional
II - Motores - Os Portugueses na Fórmula 1 - 24 Horas de Le Mans -  Velocidade
III - Motores - Os Melhores Portugueses nos Ralis
IV - Motores - Os Melhores Portugueses no Todo o Terreno
LT

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

(IV) Motores / Automobilismo - Os Melhores Pilotos Portugueses no Todo o Terreno ( TT ) nos Últimos 50 anos (1966 - 2016)

Todo o Terreno (TT) Portugal
(IV) Motores - Os Melhores Portugueses no Todo o Terreno (TT) nos Últimos 50 Anos (1966 - 2016)

História do Desporto Nacional (1966 - 2016) - Publicações Relacionadas :
(I) Os Melhores do Desporto Nacional nos Últimos 50 anos;
(II) Motores - Portugueses na Fórmula 1 (F1), 24 H de Le Mans e Velocidade nos Últimos 50 Anos - Porshe 917 K;
(III) Motores - Os Melhores Portugueses nos Ralis - Campeonato do Mundo de Ralis e Rali de Portugal nos últimos 50 anos - Grupo B - Audi Quattro - Pikes Peak .

TODO O TERRENO (TT)
José Megre
José Osório de Antas Megre (1942 - 2009),  mais conhecido por José Megre, é o Pai do Todo o Terreno em Portugal.
                                                   José Megre
Engenheiro mecânico de formação, era um apaixonado por carros e por viagens. Foi Piloto de Velocidade e de Ralis, acumulando com a preparação de carros para a competição, até 1980, tornando-se Piloto de Todo-o-Terreno (TT) até 1992. 
Impulsionador do TT em Portugal e criador das principais provas, não só foi o Pai do TT em Portugal, assim como também terá sido possivelmente o Português mais viajado de sempre, tendo-lhe faltado visitar apenas um País, o Iraque.
Foi Co-fundador do Clube Todo-o-Terreno em 1982 e do Clube Aventura em 1984. Organizador de eventos de Todo-o-Terreno em Portugal, criou a Baja Portalegre 500 (1987) e a Baja Portugal 1000 (1988 - 2005), o Rali de Fronteira (1997), o Raid Transportugal (1984 - 2012) e o Rali TransIbérico (2005 - 2009)

Participou nas edições de 1982, 1983 e 1984 do Paris Dakar como Piloto oficial da UMM e foi também o primeiro Português a organizar uma equipa para participar em Jipes UMM no Paris Dakar. José Megre é o Pai do todo o Terreno em Portugal e a UMM foi o "Berço do Todo-o-Terreno em Portugal".

A estreia dos Jipes da UMM no Rali Paris-Argel-Dakar foi em 1982. Os três Jipes que estreavam o motor Indenor 2.5 L diesel com 76 cv, foram os três que chegaram ao final com José Megre a comandar nos tês anos em que a Equipa participa.
Em 1983 a UMM participa na prova com quatro Jipes e mais uma vez todos chegam ao fim. Dois desses Jipes usavam o motor a gasolina V6 PRV 2.7 L de dois carburadores triplos, debitando 160 cv e os outros dois usavam o Indenor 2.5 L diesel, tendo o vidro da frente ligeiramente inclinado, a fim de apresentar uma menor resistência ao vento, e toda a carroçaria passou a ser uma chapa mais fina de apenas 0,9 mm.
Em 1984 a UMM alinha com 5 Jipes e mais uma vez todos chegam ao fim, mas dois deles foram desclassificados porque excederam o limite de tempo para terminar uma etapa. As cinco viaturas eram praticamente as mesmas que participaram nos dois Paris Dakar anteriores, com pouquíssimas alterações, com exceção dos dois a gasolina com motor V6 PRV 2.7 L de carburadores, pelo V3.0 L de injeção, preparado pela Danielson, passando a debitar 240 cv.

A experiência adquirida na competição em terras de África, serviram certamente de inspiração a José Megre para arrancar com a criação das grandes provas do TT Nacional.
O Raid Transportugal é o mais famoso e mais antigo passeio de todo o Terreno em Portugal, organizado pelo Clube Aventura, realizou-se ininterruptamente entre os anos de 1984 e 2012.  A Baja Portalegre 500, foi a primeira competição de Todo-o-Terreno organizada em Portugal (Junho de 1987) e no presente ano (2016) irá realizar-se de 27 a 29 de Outubro e será a sua 30ª Edição. - Baja Portalegre 500 - 30ª Edição (27 a 29 Out. 2016).
UMM (União Metalo-Mecânica), é uma Empresa metalúrgica e automobilística Portuguesa, fundada em 1977, com o propósito de fabricar e distribuir veículos 4x4 para a agricultura, indústria e serviços. 
O primeiro Modelo foi o UMM 490 4x4, modelo curto que foi produzido a partir do ano de 1978. Em 1986 foi apresentado o Modelo UMM Alter. 
Em rodasdeviriato.blogspot.pt é possível aceder a uma publicação sobre a UMM, na qual consta um folheto onde podemos apreciar os belíssimos Jipes UMM em versão Militar.
                                         UMM Alter - Versão Militar
Referência: http://rodasdeviriato.blogspot.pt/2015/10/folheto-com-jipes-umm-alter-army.html
Mais tarde, no ano 2000, a Empresa projetou um modelo com mecânica mais evoluída e moderna, tendo por base o motor CRDi da Peugeot. Porém, devido a dificuldades financeiras não foi possível concretizar o lançamento do novo modelo no mercado e o Projeto de Jipes UMM chegou ao fim. 
De acordo com a informação que consta em https://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Metalo-Mec%C3%A2nicano ano de 1992, "ciente da necessidade de modelos novos, para enfrentar a concorrência e ganhar alguma dimensão no mercado, a UMM inicia o projecto de raiz de dois novos veículos: O Alter III, um SUV que se destinava a rivalizar com o Suzuki Vitara, e um veículo ligeiro que seguia o mesmo conceito do Mini Moke; estes últimos recorrendo, em grande parte, a orgãos mecânicos do Peugeot 205. Para o fazer, a UMM contou com a promessa do governo (...) para financiar os protótipos, através de verbas inscritas no PEDIP (Programa Específico de Desenvolvimento da Indústria Portuguesa), e com encomendas das forças e serviços públicos, de modo a dar início à produção de novos veículos. O Alter III seria um jipe moderno, com suspensão independente, com o nível de equipamento em voga (ar condicionado, pintura metalizada, vidros eléctricos, etc.), que em nenhum aspecto perderia para os modelos mais vendidos na altura, tais como o Mitsubishi Pajero, ou o Land Rover Discovery, e superaria o Nissan Patrol em vendas.
O Protótipo do UMM Alter III é apresentado ao público na FIL, colhendo uma modesta atenção da imprensa, apesar de com este veículo, o construtor português poder passar a competir de igual forma com as grande marcas internacionais.
O Estado acaba por negar a transferência das verbas acordadas com a UMM, e começa a suceder-se toda uma série de inspecções oficiais e dificuldades burocráticas, que são levantadas no caminho da UMM. Por alguma razão, torna-se evidente o desintiresse por parte das entidades oficiais perante o projecto." (...)

Em 1996, "Portugal manda tropas para a Bósnia, onde o UMM gera curiosidade e interesse por parte de alguns exércitos europeus, que sondam a UMM sobre um potencial reinício da produção em série." (...)
No ano de 1993 "as vendas caem para apenas alguns modelos por ano. Num concurso para aquisição de algumas centenas de novos jipes, a GNR opta, em detrimento do Alter II, pelo mais robusto Nissa Patrol, fabricado em Espanha, na Motor Ibérica, em Barcelona."

Em 2004 "são registados os dois últimos UMM's de que se tem conhecimento, com chassis normal."
Em 2006 "perante a escassez de encomendas, a UMM retira-se do sector automóvel definitivamente" .

A Empresa  Portuguesa FMAT (Fábrica de Máquinas Agrícolas do Tramagal), no ano de 1995, deixou também de produzir o Jipe "PORTARO", o que na altura contribuiu ainda mais para o agravamento da fragilidade na Indústria Automóvel Portuguesa. "A marca PORTARO (Portugal + ARO) foi o resultado de negociação entre os portugueses e o estado romeno que era o titular da marca de veículos de todoterreno ARO que permitiram a montagem em Portugal das viaturas romenas importadas completamente desmontadas modelos 4X4 sem motor nem caixa de velocidades num contrato industrial numa joint venture automóvel organizado por dois industriais e ex-pilotos portugueses José Megre e Hipólito Pires, os responsáveis pelo Projeto Portaro em 1975 com conhecimentos de utilização de modelos todoterreno."
Referência: https://pt.wikipedia.org/wiki/Portaro

Presentemente a marca UMM continua a existir, apesar de já não se fabricarem modelos 4x4 desde 2001. Neste contexto, atualmente a UMM é um distribuidor e representante de variadas marcas e peças para a indústria automóvel e importador de artigos para tuning.

Os Jipes da UMM, pelas suas características, design e funcionalidade, foram um caso de sucesso durante mais de uma década. Contudo, a sua produção viria a sentir constrangimentos que, em conjunto com a falta de apoio da tutela sobretudo durante a primeira metade da década de 90, conduziram a que o Projeto de produção de Veículos UMM terminasse pouco tempo depois. Certamente que com uma atitude e visão diferente, no que respeita à percepção do interesse estratégico da Indústria Automóvel para o PIB, para a Balança Comercial e para a Economia Nacional, os Jipes da UMM seriam hoje um caso de sucesso a nível mundial.
Referência: https://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Metalo-Mec%C3%A2nica

Recordando um pouco de UMM 4 x 4 no Terreno

                                          UMM 4 X 4 - A Portuguese Car Story
                                          UMM 4 X 4
Os Melhores Portugueses no Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno 
Tendo por base unicamente o número de Títulos conquistados no Campeonato anual de TT, obtém-se o seguinte ranking:
1 - Miguel Barbosa - 7 Títulos (2003 a 2015);
2 - Carlos Sousa - 4 Títulos (1995 a 2002);
3 - Filipe Campos - 4 Títulos (1998 a 2010);
4 - João Vassalo - 3 Títulos (1994 a 2000);
5 - Luís Dias - 2 Títulos (1992 e 1993). Nota: Nestes anos realizou-se o Troféu Nacional de Todo-o-Terreno;
6 - Santinho Mendes - 1 Título em 1997;
7 - Rui Sousa - 1 Título em 2004;
8 - Pedro Grancha - 1 Título em 2006.

Carlos Sousa
                               2016 - Paulo Fiuza  (Co-Piloto) e Carlos Sousa
Referência: http://www.autosport.pt/todooterreno/dakar/os-nove-herois-lusos-no-dakar/
Carlos Sousa (Almada, 16 de Janeiro de 1966), iniciou-se no Todo-o-Terreno ao volante de um Jipe UMM e para além da participação em competições nacionais, conta também com diversas participações no Rali Paris Dakar, algumas das quais na companhia do falecido José Megre. Internamente, ao nível do Campeonato Nacional de TT, tem menos Títulos conquistados do que Miguel Barbosa, mas se considerarmos também os resultados alcançados nas competições internacionais, Carlos Sousa tem de facto um Palmarés impressionante no Todo-o-Terreno Nacional e Internacional, com vários Títulos de Campeão Nacional conquistados e também uma série de excelentes resultados alcançados à geral no "Rali Paris Dakar" (mais tarde designado por "Lisboa Dakar" e a partir de 2009 designado por "Dakar Argentina-Chile" quando foi transferido para a América do Sul), como por exemplo, o 4º lugar alcançado em 2003.  De entre os resultados que alcançou no Paris Dakar destacamos: 
- 12º em 1996; 
- 10º em 1997; 
- 17º em 1998; 
- 18º em 1999; 
- Vitória na primeira e na sexta etapas do Dakar em 2000; 
- 5º em 2001 no Dakar e 1º na Taça do Mundo; 
- 5º em 2002; 
- 4º em 2003 no Dakar e Campeão da Taça do Mundo de Todo o Terreno e da Taça FIA de Pilotos Baja; 
- 1º lugar nos Ralis de Marrocos, Oriente e Argentina, também em 2003; 
- 1º lugar nas Bajas de Portugal, Espanha, Itália e Portalegre em 2004; 
- 1º lugar no Rali de Marrocos também em 2004; 
- 7º lugar no Dakar nos anos de 2005, 2006 e 2007; 
- 6º lugar no Dakar Argentina - Chile nos anos de 2010, 2012 e 2013; 
- Vitória na 1ª Etapa do Dakar Argentina - Chile em 2014; 
- 8º lugar no Dakar de 2015.
No ano de 2000, Carlos Sousa e o seu co-Piloto João Luz, sofreram um grave acidente no Rali Dakar, ao volante de uma Mitsubishi Strakar
No computo geral, tendo por base os resultados obtidos em competições nacionais e também nas competições internacionais, Carlos Sousa pode ser considerado o Melhor Piloto Português de todos os tempos no Todo-o-Terreno.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Nacional_de_Todo%E2%80%93o%E2%80%93Terreno

Professora de Geografia, é a Mulher mais rápida do País, detém o melhor Palmarés Feminino no "Todo o Terreno Nacional" e habituou-nos  desde o início dos anos 90 a acompanhar os seus gloriosos feitos desportivos.
                                Elisabete Jacinto no Lybia Rally 2016
Fez a sua estreia no Todo-o-Terreno em moto, em 1992, ao participar no Grândola 300 com uma Suzuki DR 350, prova que não terminou devido a queda.
No ano 2000 alcançou a grande vitória da sua carreira ao concluir o Rali Dakar-Cairo, fazendo equipa com o Piloto Mário Brás, em KTM Rally. Classificou-se em 49º lugar da geral e venceu a Taça da Classe de Senhoras. Ainda no ano 2000 fez a sua primeira experiência no Todo-o-Terreno na "Baja TT Optiroc", tendo como Co-Piloto a Apresentadora de Televisão Cecília Carmo.
No ano de 2001 participou no Rali Paris-Dakar fazendo equipa com Pedro Machado, naquela que foi a prova mais dura da sua vida, depois do seu carro de assistência conduzido por José Ribeiro, ter ficado destruído ao passar sobre uma mina na fronteira de Marrocos com a Mauritânia. Elisabete Jacinto teve assim que fazer sozinha todo o trabalho de assistência e terminou o Rali na 56ª posição da geral. Nesse mesmo ano de 2001 ficou em 13º lugar da Taça do Mundo e foi 1ª entre as Senhoras. Ainda em 2001, Elisabete participou na Copa Gimny fazendo a sua iniciação à condução 4 x 4, tendo Teresa Correia como co-Piloto. Através da Gimny, participou na Baja Esporão Vindimas, tendo como navegadora a apresentadora de televisão Laura Santos.
Em 2002 Elisabete não participou no Dakar e pôs termo às corridas de moto. Continuou no entanto a participar na Copa Gimny e decidiu iniciou a sua participação no Todo-o-Terreno em camiões.
Em 2004 participou pela segunda vez no Dakar na classe de camiões, ao volante de um Renault Kerax 4 x 4, chegando ao 26º lugar e tornando-se numa das primeiras Senhoras a terminar o Rali Paris Dakar em camião.
No ano de 2009, o Rali Dakar realizou-se pela primeira vez no Continente Sul Americano, passando a ser designado por "Dakar Argentina-Chile". Elisabete participou na classe de camiões nessa primeira edição do Rali no Continente Americano e no primeiro dia conseguiu um excelente 11º lugar à geral. No entanto, na 5ª etapa é forçada a abandonar devido a incêndio no seu camião.
Em 2010 resolveu regressar a África e participar no "África Race", mas foi forçada a desistir devido a problemas no seu camião.
Em 2015 a própria Elisabete afirmou que o "África Eco Race 2015", tinha sido o seu melhor Rali de sempre. A concorrência era forte e apesar dos problemas mecânicos que enfrentou, alcançou o 4º lugar entre os camiões, tendo subido ao pódio em cinco ocasiões, uma das quais correspondente a uma vitória na segunda etapa da competição.
No início do ano de 2016, Elizabete Jacinto e a sua Equipa "Oleoban", em sete participações no "África Eco Race", subiram pela quinta vez ao pódio na categoria camião. Após as 12 etapas e 6000 km percorridos, os Portugueses asseguraram a 3ª posição nos T4 e o 14º lugar na geral.
Referência: https://pt.wikipedia.org/wiki/Elisabete_Jacinto

Joana Lemos

Juntamente com Elisabete Jacinto, Joana Lemos é uma Senhora que faz parte da História do TT Nacional.
Deu os primeiros passos nos desporto motorizados, logo em criança nas mini motos, "seguindo-se o motociclismo e posteriormente o automobilismo. Depois de participar nos primeiro passeios de Todo-o-terreno, em 1990 passou para a competição, primeiro em motos e depois nos automóveis. Em 2006 deu mais um passo na sua carreira, desta feita como organizadora da grande partida de Lisboa do Rally Dakar, juntamente com João Lagos.
Entre os seus melhores resultados, de destacar a vitória na Taça das Senhoras nas seguintes provas: Paris/Dakar de 1997, no Rally de Portugal de 1999 e na Rampa de TT  de Val D'lsère, e.t.c."
Referências: https://pt.wikipedia.org/wiki/Joana_Lemos
http://ionline.sapo.pt/509764


Principais Resultados Alcançados pelos Pilotos Portugueses no Rali Dakar na Classe de Motos
Hélder Rodrigues, Paulo Gonçalves e Ruben Faria - Os 3 Magníficos
Em 2011 Portugal iniciou um novo ciclo na participação de Pilotos Portugueses na Classe de Motos no Rali Dakar, passando a colocar Pilotos no Pódio com muita regularidade. 
2011 foi o ano em que pela primeira vez um Piloto Luso alcançou um Lugar no Pódio da prestigiada competição, com Hélder Rodrigues a conquistar o 3º lugar nas motos, feito que voltaria a repetir em 2012. A melhor classificação de sempre alcançada por Pilotos Portugueses no Rali Dakar, foi o 2º lugar alcançado por Ruben Faria em 2013, feito que foi igualado por Paulo Gonçalves em 2015. Em 2016 Hélder Rodrigues foi o melhor Piloto Português com o 5º lugar alcançado.
                                      Hélder Rodrigues - 2016 
Como melhores resultados que constam do Palmarés de Hélder Rodrigues, podemos enumerar:
- 2006 - 9º - Rali Dakar;
- 2007 - 5º - Rali Dakar;
- 2009 - 5º - Rali Dakar;
- 2010 - 4º - Rali Dakar;
- 2011 - 3º - Rali Dakar;
- 2011 - Campeão do Mundo de Todo-o-Terreno;
- 2012 - 3º - Rali Dakar;
- 2013 - 7º - Rali Dakar (trocou Yamaha pela Honda);
- 2014 - 5º - Rali Dakar;
- 2015 - 12º - Rali Dakar;
- 2016 - 5º - Rali Dakar (regressou à Yamaha.
No ano de 2011, Hélder Rodrigues, depois de alcançar o 3º Lugar no Rali Dakar, conquistou ainda o Título de Campeão do Mundo de Todo-o-Terreno.
                               Hélder Rodrigues - Campeão do Mundo TT 2011
Referências: http://www.rtp.pt/noticias/motores/helder-rodrigues-campeao-do-mundo_d486424
http://thebests2010.blogspot.pt/search?q=h%C3%A9lder+rodrigues

Como resultados que constam do Palmarés de Paulo Gonçalves, podemos enumerar:
- 2006 - 25º - Rali Dakar;
- 2007 - 23 - Rali Dakar;
- 2009 - 10 - Rali Dakar;
- 2010 - Abandono - Rali Dakar;
- 2011 - Abandono - Rali Dakar;
- 2012 - 26º - Rali Dakar;
- 2013 - 10º - Rali Dakar;
- 2013 - Campeão do Mundo de Todo-o-Terreno;
- 2014 - Abandono - Rali Dakar;
- 2015 - 2º - Rali Dakar;
- 2016 - Abandono - Rali Dakar;
Como resultados de maior relevo, no ano de 2013 Paulo Gonçalves conquistou o Título de Campeão do Mundo de Todo-o-Terreno e em 2015 conquistou o 2º lugar no Rali Dakar, repetindo a classificação alcançada por Ruben Faria em 2013.. 

                               Paulo Gonçalves - Campeão do Mundo TT 2013
Referência: http://www.rtp.pt/noticias/motos/paulo-goncalves-e-o-novo-campeao-do-mundo-de-todo-o-terreno_d689171
                                             Paulo Gonçalves - Nov. 2015
Referências: https://fr.wikipedia.org/wiki/Paulo_Gon%C3%A7alves
Como resultados que constam do Palmarés de Ruben Faria, podemos enumerar:
- 2006 - 35º - Rali Dakar;
- 2007 - Abandono - Rali Dakar;
- 2010 - 11º - Rali Dakar;
- 2011 - 8 - Rali Dakar;
- 2013 - 2º - Rali Dakar;
Ruben Faria em 2013 alcançou o 2º lugar na Mítica Prova do Dakar, melhor classificação de sempre de um Piloto Português até à altura, tendo ficado atrás do seu colega de Equipa Cyril Despres que foi 1º. Em 2015 Paulo Gonçalves consegue igualar o 2º lugar alcançado por Ruben, dois anos antes.
                                       2013 - Ruben Faria e Cyril Despres