"Mano a Mano" em Pikes Peak: Walter Rohrl ( Audi Sport Quattro S1 - Grupo B ) vs Sebastian Loeb (Peugeot 208 T16 Pikes Peak)
Qual é o melhor tempo que constitui recorde na subida de Pikes Peak?
THE BEST coloca Frente a Frente, num curioso "Mano a Mano" na mítica subida de "Pikes Peak" em Colorado Springs, EUA, dois Pilotos Grandiosos na História do Campeonato do Mundo de Ralis em momentos diferentes, Walter Rohrl em 1997 e Sebastian Loeb em 2013: - Walter Rohrl (1987), Campeão Mundial de Ralis no ano de 1980 em Fiat 131 Abarth, mas também no "Tempo dos Super Carros" do Grupo B em que foi Campeão do Mundo de Ralis em 1982 num "Opel Ascona 400", logo no ano de chegada dos poderosos Audi Quattro ao Campeonato do Mundo; Walter Rohrl (1987) - Audi Quatro S1
vs - Sebastian Loeb (2013), maior Piloto de sempre no Campeonato de Mundo de Ralis, com nove ( 9 ) Títulos consecutivos de Campeão do Mundo Conquistados entre os anos de 2004 e 2012. Sebastian Loeb (2013) - Peugeot 208 T16
Quem terá Vencido? Tempos alcançados: 10,47,850 minutos e 8,13,878 minutos. Qual é o tempo de Rohrl e de Loeb? R: Pois bem, pese embora Rohrl ter tirado da garagem o "Monstro" Audi Quattro que corria numa Classe do Campeonato do Mundo de Ralis, "Grupo B", que foi abolida no final de 1986, porque se tratavam de carros que na altura já tinham mais de 500 cv de potencia e como tal, eram "autênticos Fórmula 1" a correr entre árvores, será que ele venceu?. Acidentes fatais que envolveram carros do Grupo B no campeonato do Mundo de 1986, ditaram a extinção do Grupo B, por motivo de segurança. Nesse ano de 1986, o Lancia Delta S4 do Grupo B foi testado no Autódromo do Estoril pelas mãos do falecido Henri Toivonen, e conseguiu um tempo que lhe daria a 6ª posição na grelha de partida do Grande Prémio de F1 de Portugal realizado nesse ano. Para terminar, Sebastian Loeb em 2013, em Peugeot 208 T16 com 875 cv, realizou na subida de Pikes Peak o tempo "quase impossível" de 8,13,878 minutos, batendo por mais de um minuto e meio o melhor tempo de 2011 que era do Japonês Nobuhiro Tajima com 9,51,278,minutos, assim como melhorou o recorde anterior que datava de 2012 e que era de 9,46,18 minutos em Hyundai Genesis Coupé 2WD. É contudo de salientar o pormenor importante que consiste no facto de Sebastian Loeb em 2013 ter realizado o seu recorde quando o piso já era totalmente em alcatrão, em 2011 havia apenas algumas pequenas partes da subida de Pikes Peak em terra batida, mas em 1986 quando Walter Rohrl realizou o melhor tempo na subida, o piso era totalmente em terra batida. Pikes Peak constitui desde 1916 um enorme desafio para pilotos e máquinas, sendo um local onde anualmente muitos se deslocam para participar, ou simplesmente para assistir à prestação de inúmeros pilotos. Em 2013, o Francês Sebastian Loeb, melhor Pilotos de Ralis de sempre, "pulveriza" literalmente o anterior máximo por mais de um minuto e meio (1,33 minutos), o que deve dar margem suficiente para que durante muitos anos, ninguém consiga bater o "Recorde Impossível" de Loeb. Referência: http://forum.autoportal.iol.pt/viewtopic.php?t=6498 Nota: O Histórico de resultados na mítica subida pode ser consultado emhttps://pt.wikipedia.org/wiki/Subida_de_Pikes_Peak
Mário Manuel Veloso de Araújo Cabral, também conhecido por Nicha Cabral, foi o Primeiro Piloto Português a participar num Grande Prémio de Fórmula 1 (F1), mais concretamente, no Grande Prémio de Portugal de F1 em 1959, realizando-se na altura no Circuito de Monsanto. Nesta altura ainda não existiam circuitos permanentes em Portugal e o Autódromo do Estoril só foi inaugurado em 1972. Originário da Cidade do Porto, Cedofeita, 15 de Janeiro de 1944 (82 anos), neto do 1º Conde de Vizela, Nicha Cabral, na altura em que participou pela primeira vez na F1 com 24 anos, aproveitou a oportunidade proporcionada pela "Scuderia Centro Sud" para realizar o seu 1º Grande Prémio, ao volante de um "Cooper - Maserati (T 51)" de motor traseiro, vindo este a marcar o início de um novo ciclo que iria colocar um ponto final na utilização de motores dianteiros na F1. Nicha Cabral, apesar de antes da corrida ter rodado apenas cerca de meia hora para conhecer o carro, conseguiu chegar ao fim e terminou colocado na 10ª posição, a 6 voltas do vencedor Stirling Moss, o mais notável dos pilotos que nunca venceu um Campeonato de F1. Dos restantes seis pilotos que ficaram atrás de Nicha Cabral por abandono da Prova, curiosamente dois deles posteriormente foram fundadores de equipas de F1 e o grupo que abandonou era composto respetivamente por, Bruce McLaren em 11º (Cooper Climax), Jack Brabham 12º (Cooper Climax), Jo Bonnier 13º (BRM), Phill Hill 14º (Ferrari), Graham Hill, Pai de Damon Hill em 15º (Lotus Climax), Innes Ireland 16º (Lotus Climax).
Nicha Cabral - Grande Prémio de Portugal em 1959 no Circuito de Monsanto
Em 1960 participou no seu 2º GP de F1, nessa altura correndo em casa no Circuito da Boavista, no mesmo carro da "Scuderia Centro Sud". Nesse Grande Prémio chegou a rodar nos pontos, mas um acidente na 38ª volta colocou-o fora de prova.
Em seguida partiu para Angola onde cumprir o serviço militar na guerra do ultramar, tendo voltado à F1 em 1963 para correr pela mesma Equipa mas agora ao volante de um "Cooper T 60", o seu 3º GP de F1, desta vez na Alemanha no Circuito de Nurburgring Nordschleife, tendo terminada a sua corrida à sexta volta com a caixa de velocidades danificada.
Na corrida seguinte, em Monza, Itália, o penúltimo tempo nas qualificações juntamente com problemas de motor, obrigaram Nicha Cabral a não alinhar à partida do GP, sendo substituído pelo Italiano "Giancarlo Baghetti" que ao serviço de outra equipa, levou os Italianos ao delírio.
No ano de 1964 participou em Monza, Itália, na sua 5ª e última corrida de F1, agora pela Equipa "Derrington Francis-ATS (Automobili Turismo e Sport)". Em 21 carros inscritos partiu da 19 posição. Na 25ª volta teve que abandonar devido a problemas de ignição.
Neste GP de F1 Nicha Cabral acabou por fazer história sobretudo pelos pneus, já que foi o primeiro Piloto a correr com Pneus Goodyear num GP de F1 e, se nesse dia foi uma novi-
dade, a partir daí a Marca de Pneus Americana nunca mais deixou de estar presente no "Grande Circo da F1".
No ano de 1965 participou numa corrida de Fórmula 2 no GP Rouen, França, onde sofreu um grave acidente que o obrigou a ficar hospitalizado em Rouen durante 6 meses.
Após o grave acidente, quando muitos já não acreditavam, Nicha Cabral regressou à com-
vid Piper, carro que segundo consta, maior prazer lhe deu conduzir e com o qual alcançou o 1º lugar nos treinos e o 2º lugar na Prova de Vila Real de 1971, denominando-se na altura, "Taça Secretaria de Estado da Informação e Turismo". Nicha Cabral conduziu só- zinho o Porshe 917 K, depois da Comissão Permanente do Circuito de Vila Real, em con-junto com a Sacor, o terem alugado a David Piper que se encontrava em convalescença após o acidente grave numa saída de pista durante as filmagens de "Le Mans", Filme pro- tagonizado por Steve McQueen.
Nicha Cabral - Porshe 917 - 1971 Vila Real
Referência:http://manueldinis.blogs.sapo.pt/821.html Em 1972 participou nas 24H de Le Mans pela Equipa "Ecurie Bonnier Switzerland" ao volante de um Lola T 280, mas desistiu com avaria na embraiagem. Em 1973 no GP de Portugal de Fórmula 2 ficou em 8º lugar ao volante de um March.
Pedro Matos Chaves(Porto, 27 de Fevereiro de 1975) Venceu o Campeonato Nacional de Fórmula Ford em 1985 e em 1987 venceu o Campeonato Britânico de Fórmula Ford. Em 1990 venceu o Campeonato Britânico de Fórmula 3000 e em 1991 entra para a F1 para a frágil Equipa da "Coloni", mas não se conseguiu qualificar em 13 grandes prémios. Em 1992 regressou à Fórmula 3000. Posteriormente correu nas 24 de Le Mans (2002 e 2003) e também no Campeonato GT da FIA (Fédération Internationale de l'Automobile). Numa Publicação de "Continental Circus - Automobilismo no seu todo", podemos encontrar um bom trabalho sobre a carreira de Pedro Matos Chaves.
Pedro Lamy(Alenquer, Aldeia Galega, 20 de Março de 1972) Em 1993 Pedro Lamy teve a oportunidade de correr as últimas quatro corridas do Campeonato do Mundo de Fórmula 1, substituindo o Italiano Alessandro Zanardi na Equipa da Lotus. Apesar de não ter marcado pontos, assinou contrato para o ano de 1994 com a mesma Equipa. Em 1994 Pedro Lamy sofreu dois acidentes, San Marino e Silverstone, tendo o segundo acidente sido mais grave com fratura de pernas, o que o obrigou a ficar de fora durante o resto da temporada. Após intensa fisioterapia, regressou a meio da época de 1995 assinando pela Minardi, substituindo o experiente Piloto Italiano Pierluigi Martini. Lamy registou o seu primeiro e único ponto na F1, na última prova do Campeonato em 1995 em Adelaide, Austrália, tendo ficado em 6º lugar. Entre 1993 e 1996 Lamy disputou 32 GP's, tendo continuado na Minardi até ao final da época de 1996, altura em que terminou a sua ligação com a Equipa.
Entretanto Pedro Lamy tem participado noutras Provas / Competições exteriores à F1, das quais podemos destacar do seu brilhante palmarés: - 1997 - 5º Classificado à Geral nas 24H de Le Mans (3º Categoria GT1); - 1998 - 13º Classificado à Geral nas 24H de Le Mans (2º Categoria GT2; - 1998 - Campeão Mundial de GT2; - 2001 - 4º Classificado à Geral nas 24H de Le Mans (3º Categoria LMP 900); - 2001 - Vencedor das 24H de Nurburgring; - 2002 - 5º Classificado à Geral nas 24H de Le Mans (4º Categoria LMP 900); - 2002 - Vencedor das 24H de Nurburgring; - 2003 - 5º Classificado nas 24H de Spa; - 2003 - Vencedor do campeonato Alemão V8 Star; - 2004 - Vencedor das 24H de Nurburgring; - 2005 - Vencedor das 24H de Nurburgring; - 2006 - Vencedor do Campeonato Le Mans Endurance Series Categoria GT1; -2006 - 10º Classificado à Geral nas 24H de Le Mans (5º Categoria LM GT1); - 2007 - 2º Classificado em Monza na categoria LMP1 no Endurance Series; - 2007 - 1º Classificado em Valência na categoria LMP1 no Endurance Series; - 2007 - Pole Position nas 24H de Le Mans; - 2007 - 2º Classificado à Geralnas 24H de Le Mans (Categoria LMP1); - 2007 - 1º Classificado nos 1000 Km de Nurburgring; - 2007 - Vencedor do Campeonato Le Mans Series LMP1; - 2008 - 5º Classificado à Geral nas 24H de Le Mans (Categoria LMP1); - 2009 - 6º Classificado à Geral nas 24H de Le Mans (Categoria LMP1); - 2011 - 2º Classificado à Geral nas 24H de Le Mans (Categoria LMP1); - 2012 -10º Classificado à Geral nas 24H de Le Mans, mas Vencedor na Categoria profissionais e amadores (1º LM GTE Am); - 2012 - Vencedor das 6H de Shangai na categoria LM GTE AM. Referência:https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Lamy Tiago Monteiro e António Félix da Costa 20-11-2016 - Dia e Triunfo histórico para o Automobilismo Português, com as conquistas de Tiago Monteiro e de António Félix da Costa que, venceram em Macau respetivamente, a Corrida da Guia (Prova a contar para o campeonato TCR) e o Grande Prémio de Mcau em Fórmula 3.
20-11-2016- António Félix da Costa e Tiago Monteiro Vencem no Circuito da Guia em Macau
Tiago Monteiro(Porto, 24 de Julho de 1976) As suas primeiras provas no "grande palco" do automobilismo mundial, foram realizadas em 1998 na Fórmula 3 em França (12º Lugar), na Fórmula 3 em Inglaterra (desistiu) e no Grande Prémio do Macau (desistiu). Estreou-se na Fórmula 1 em 2004 como piloto de Testes da Minardi e correu o seu primeiro GP pela Equipa Jordan em 2005, mudando em 2006 para a Midland F1 Racing. Foi o primeiro Português a conseguir chegar ao Pódio de um GP de F1, quando foi o 3º classificado no GP dos EUA (Indianapolis) em 2005, 9ª prova do Campeonato. Nessa corrida ocorreu uma situação inédita que levou a que apenas 6 pilotos pudessem alinhar à partida, devido a uma falha de segurança dos pneus Michelin que equipavam parte dos carros nessa prova, tendo os mesmos sido impedidos de alinhar à partida. Os únicos Pilotos que puderam competir foram Michael Shumacher e Rubens Barrichelo em Ferrari, Tiago Monteiro e Narain Karthikeyan pela Jordan e Patrick Friesacher e Christijan Albers pela Minardi. No Pódio Shumacher foi 1º, Barrichelo 2º e Tiago Monteiro 3º. Referência:https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Pr%C3%AAmio_dos_Estados_Unidos_de_2005
Tiago Monteiro - 2014 FIA WTCC - Spa Francorchamps
Em 2005, para além de ter obtido a melhor classificação de sempre de um Piloto Português na F1, distinguiu-se também pela sua grande regularidade em Pista, alcançando três registos notáveis: - Primeiro estreante na F1 a concluir 16 provas consecutivas; - Maior número de provas completadas numa mesma temporada, num total de 18; - "Rockie of the Year 2005", distinção atribuída pela "Revista Autosport". O Piloto que o sucedeu nesta distinção foi Lewis Hamilton. Em 2007, visto não ter conseguido um lugar numa equipa de F1, ingressa no Campeonato WTCC (World Touring Car Championship) pela Equipa Seat. Nesse ano conquistou as suas duas primeiras vitórias em WTCC, nas segundas mangas de Puebla e do Estoril. Em 2012 transferiu-se para a Equipa Honda. Para além do Campeonato de WTCC, também tem participado em provas de resistência, das quais destacamos as 24H Le Mans: - 1999 pela "Belmondo Racing" (GTS) em Chrysler Viper GTS-R , 6º lugar na Categoria LM GTS (17º à Geral); - 2001 pela "Larbre Compétition" (GTS) em Chrysler Viper GTS-R, 4º lugar na Categoria LM GTS (20º à Geral); - 2009 pela "Team-Oreca Matmut Aim" (LMP1) em Oreka 01-Aim, abandono; - 2011 pela "France OAK Racing" em OAK Pescarolo 01 EVO-Judd (LMP1), abandono; - 2015 pelo "Team by Kolles" (LMP1), foi excluído. Como bons resultados de Tiago Monteiro, destacamos ainda: - 2000 - 2º na Fórmula 3 (F3) em França; - 2000 - 2º na Taça da Europa de F3; - 2000 - 2º no Grande Prémio da Coreia; - 2001 - 2º na F3 em França; - 2001 - 5º nos "Mestres da F3"; - 2001 - 4º nas 24H Le Mans na Classe "LM GTS"; - 2004 - 2º no "World Series by Nissan"; - 2009 - 9º no WTCC; - 2010 - 5º no WTCC; - 2011 - 6º no WTCC; - 2012 - 9º no WTCC; - 2013 - 8º no WTCC; - 2014 - 5º no WTCC; - 2015 - 10º no WTCC; - 2016 - 2º* no WTCC. *Até à presente data (19-08-2016) Referências:http://www.lemans-history.com/portuguesesemlm.php https://en.wikipedia.org/wiki/Tiago_Monteiro Finalmente, o último grande resultado de Tiago Monteiro aconteceu em 26 de Junho de 2016 quando venceu a corrida principal da Etapa de Vila Real do Campeonato do Mundo de Carros de Turismo (WTCC). Partindo da Pole Position, Tiago Monteiro liderou durante as 14 voltas da Prova ao volante do seu Honda Civic e venceu a prova sem mácula. Yvan Muller em Citroen foi o 2º.
Tiago Monteiro 1º WTCC Vila Real 2016 Referência:http://observador.pt/2016/06/26/tiago-monteiro-vence-corrida-principal-do-wtcc-em-vila-real/ Com esta Vitória Tiago Monteiro venceu pela primeira vez a corrida principal da etapa de Vila Real do WTCC, ascendendo ao 2º lugar do Campeonato do Mundo com 143 pontos, sendo liderado pelo Argentino José Maria Lopez da Citroen com 244 pontos.
António Félix da Costa(Cascais, 31 de Agosto de 1991) É a grande esperança Portuguesa para que venhamos a ter brevemente mais um Piloto Nacional na Fórmula 1. Atualmente é Piloto do Programa "Red Bull Junior Team", desde Junho de 2012. Em Janeiro de 2014 foi confirmado como Piloto da "BMW TEAM MTEK" no "Deutsche Tourenwagen Masters" (DTM) e, em Julho de 2014, foi confirmado que paralelamente iria participar na nova categoria da FIA, Fórmula E, para monolugares Elétricos, como Piloto da "Amlin Aguri". A sua estreia na "Fórmula E" aconteceu em Setembro de 2014.
Como principais resultados obtidos de maior relevo destacamos: - 2008 - 2º pela Equipa "Motorpark Academy", na Fórmula Renault 2.0 NEC; - 2009 - 1º pela "Motorpark Academy", na Fórmula Renault 2.0 NEC; - 2009 - 3º pela "Motorpark Academy", na Eurocup Fórmula Renault 2.0; - 2010 - F1 - Teste de Jovens Pilotos na F1 pela "Force India"; - 2010 - 7º pela "Motorpark Academy" na Fórmula 3 Euroseries; - 2010 - 6º pela "Carlin" no Grande Prémio de Macau (Fórmula 3); - 2010 - Campeão Rockie da F3 Euroseries; - 2011 - 13º pela "Status Grand Prix" no GP3 Series; - 2011 - 9º pela "Ocean Racing Technology" no GP2 Abdu Dhabi; - 2011 - 13º pela "Status Grand Prix" na Fórmula 3 Britânica; - 2012 - F1 - Teste de Jovens Pilotos na F1 pela Red Bull; - 2012 - 4º pela "Arden Caterham" na Fórmula Renault 3.5 Series; - 2012 - 3º pela "Carlin" no GP3 Series; - 2012 - 1º pela "Carlin" no Grande Prémio de Macau (Fórmula 3); - 2013 - F1 - Teste de Jovens Pilotos na F1 pela Red Bull; - 2013 - 3º pela "Arden Caterham" na Fórmula Renault 3.5 Series; - 2014 - 21º no Campeonato de DTM (primeira participação); - 2015 - 8º na Fórmula E com uma Vitória; - 2015 - 11º no DTM, com uma vitória, uma "pole position" e 3 Pódios; - 2016 - FIA Fórmula E - Em 10 de Agosto de 2016 foi anunciado que António Félix da Costa assinou com a conceituada Equipa Norte Americana Andretti Autosport. Referências:http://www.redbull.com/pt/pt/motorsports/athletes/1331600641135/ant%C3%B3nio-f%C3%A9lix-da-costa https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_F%C3%A9lix_da_Costa
Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 O Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 (F1) teve a sua primeira Edição no ano de 1958 na Cidade do Porto, Circuito da Boavista, tendo sido vencedor o Britânico Stirling Moss. Em 1959 o Grande Prémio de Portugal em Fórmula 1 realizou-se em Lisboa no Circuito de Monsanto e voltou a ter como vencedor o Piloto Stirling Moss. Em 1960 o Grande Prémio regressou ao Porto, Circuito da Boavista, tendo sido ganho por Jack Brabham. Seguiram-se alguns anos em que Portugal esteve fora do Circuito de F1 tendo regressado em 1984 para realizar o primeiro Grande Prémio no Circuito do Estoril, num ano em que Alain Prost venceu em MacLaren-TAG. Em 1985 Ayrton Senna da Silva realiza a sua segunda época na Fórmula 1 e vence em Lotus-Renault o primeiro Grande Prémio de F1 da sua carreira, precisamente num dia de chuva histórico no Circuito do Estoril.
Tribute to Ayrton Senna (1960 - 1994) Michael Shumacher Vencedor de GP de Portugal no ano de 1993 em Benneton-Ford, muito provavelmente o Melhor Piloto da Fórmula 1 de todos os tempos. Detém o recorde de maior número de Campeonatos do Mundo Conquistados com 7 Títulos, nos anos de 1994 em Benetton-Ford, 1995 em Benetton-Renault e em Ferrari de 2000 até 2004.
É a mais antiga e a mais prestigiada corrida de resistência para carros desportivos e protótipos. É também a principal prova do Campeonato do Mundo de Endurance da FIA e por se tratar de uma corrida de resistência com uma forte carga histórica e emocional na qual homens e máquinas são testados ao limite, o "Circuit de la Sarthe" é o palco de uma das mais fascinantes provas de automobilismo do Planeta, as "24 Horas de Le Mans".
A primeira Edição da Prova realizou-se em 1923 e o primeiro Português a participar foi Carlos Manuel Reis em 1960. A segunda participação de um Português nas 24 Horas de Le Mans foi Nicha Cabral em 1972.
1966 - Le Mans
O ano de 1997 constitui definitivamente um marco na participação de Pilotos Portuguesesna Mítica Prova, pois a partir daí, em todos os anos no mês de Junho, têm estado presentes um ou mais pilotos Portugueses que mantêm vivo e celebram o ritual de participar / competir no maior evento mundial do automobilismo de estrada. Em Junho de todos os anos, Le Mans torna-se num local de culto e de "peregrinação" para pilotos e apaixonados por carros de velocidade de todo o mundo.
Os carros que participam na Mítica Corrida, dividem-se em quatro categorias:
- LMP1 (Le Mans Protótipos 1);
- LMP2 (Le Mans Protótipos 2);
- LM GTE Pro (Gran Turismo Endurance - pilotos profissionais);
- LM GTE Am (Gran Turismo Endurance - pilotos amadores com um profissional).
Pedro Lamy é o Português que até hoje obteve as melhores classificações na Prova, sendo de destacar o 2º Lugar nos anos de 2007 e em 2011, na principal categoria, LMP1. Os Portugueses que até hoje participaram nas 24 Horas de Le Mans foram:
O recorde de vitórias individuais para um piloto, é detido pelo Dinamarquês Tom Kristensen com 9 vitórias, a primeira em alcançada em 1997 e a última em 2013, e o recorde por construtores é detido pela Porshe com 18 vitórias. A primeira vitória da Porshe na Prova foi no ano de 1970 com o 917 K e a última vitória foi em 2016, após avaria dramática para o Toyota a dez minutos do fim, numa altura em que tinha cerca de 1,30 minutos de avanço para a Porshe e se preparava para conquistar o seu primeiro triunfo na Prova.
O Circuito tem uma extensão de 13 650 metros, usa parte do Circuito Bugatti mas a sua maior extensão coincide com a estrada nacional.
A reta das Hunaudières com uma extensão de 5 Km, em 1990 foi dividida em 3 segmentos, através da construção de duas chicanes como medida de segurança.
Antes da construção das chicanes, os protótipos por vezes rodavam nas Hunaudières a velocidades próximas dos 400 km hora, o que gerava o risco de que os carros que apresentavam uma menor carga aerodinâmica, pudessem "levantar voo".
Por outro lado, quando os carros rodavam a velocidades próximas dos 400 Km/h, os pneus eram submetidos a pressões muito intensas que os levavam a deformações extremas e ao rebentamento se não estivessem em boas condições. Por curiosidade, o recorde estabelecido nas Hunaudières foi registado em 1988 por um WM-Peugeot com 405 Km/h.
Em 1983, o Britânico Derek Bell em Porshe 956 já atingia os 400 Km/h nas Hunaudières.
Derek Bell - 1983 Le Mans - Rothmans Porshe 956
Em 1999, já depois da construção das chicanes, Peter Dumbreck quando rodava a cerca de 300 Km/h apanha um valente susto em Le Mans, possivelmente devido a uma falha no apoio aerodinâmico do Mercedes CLR GT1 que era a versão desse ano.
Peter Dumbreck - Le Mans 1999 - Mercedes CLR GT1
Felizmente que Dumbreck não sofreu ferimentos, tal como Mark Weber que durante as voltas de qualificação para a mesma prova, também já tinha "levantado voo" com o seu CLR. Após o acidente de Dumbreck, como forma de prevenção,a Mercedes resolve retirar de prova o terceiro carro da Equipa.
Porshe 917, Carro Histórico nas 24H de Le Mans(Referência: "FlatOut!") No final dos anos 60, as provas de resistência, eram sobretudo dominadas pelos Ford GT40, Lola G70 e também Ferrari até 1965. Por essa altura, a FIA procurou aumentar a competitividade na Prova e reduzir o domínio das marcas habituais. Para o efeito, se até aí um carro só era homologado pela FIA se existissem no mínimo 50 unidades do modelo, essa obrigatoriedade foi reduzida na altura para 25 unidades. Assim, a Porshe que até aí ainda não tinha vencido qualquer edição de Le Mans, resolve avançar com o lançamento de um novo carro de competição em 1968, com o lançamento do 917 que era uma evolução do 908. A divisão de produção da Porshe em 1965 já tinha produzido 25 protótipos e assim seria mais fácil participar na principal categoria de Le Mans, implementar a estratégia de correr com um novo modelo mais competitivo e ao mesmo tempo poderiam vender algumas unidades a equipas independentes, com vista a obter algum retorno do investimento. Quando faltavam apenas 10 meses para o início da época de 1968, começaram o desenvolvimento do novo carro a partir do Modelo 908.
Porshe 908 Referência:http://www.flatout.com.br/lendas-de-le-mans-a-historia-do-917-k-o-primeiro-porsche-a-conquistar-as-24-horas/ A prioridade era o baixo peso e por esse motivo o chassi foi reconstruído em alumínio e pesava apenas 42 Kg, sendo assim mais leve do que o 908, mas também mais fraco. Por esse motivo, de modo a identificar quebras na estrutura, o chassi "space frame" foi preenchido com gás pressurizado. Se por um lado a redução do peso melhorava o desempenho do carro, por outro tornava-o mais frágil. O motor era um flat-12 de 4.5 litros arrefecido a ar (uma evolução do 8 cilindros em linha do Porshe 908) aspiração natural e 580 cv de potência. Para o arrefecimento do óleo do motor e mantendo a prioridade do baixo peso, foi concebido um sistema que utilizava os tubos da estrutura do próprio carro para conduzir o óleo até ao radiador dianteiro. A traseira do 917 era destacável, permitindo à Equipa realizar os devidos acertos. A menos de 10 meses para desenvolver o carro completo, incluindo o motor, "quando os fiscais da FIA visitaram a fábrica,eles encontraram apenas três 917 completos, 18 montados e sete em pedaços. O chefe da Porshe na época, Ferdinand Piech, tentou, sem sucesso, convencer a entidade a homologar os carros, mas as regras eram claras: 25 carros funcionando ou nada feito. Em apenas três semanas, a Porshe consegue terminar os carros e apresentou os 25 exemplares alinhados em frente à fábrica. Como eles conseguiram isso? Alguns carros foram maquinados para parecer terminados: havia pinças de freio de madeira, peças coladas, motores sem miolo, etc. Piech até ofereceu um test drive aos fiscais da FIA , mas eles recusaram. Mesmo assim o jeitinho alemão funcionou e o 917 foi homologado."
1968 - Porshe 917 Referência:http://www.flatout.com.br/lendas-de-le-mans-a-historia-do-917-k-o-primeiro-porsche-a-conquistar-as-24-horas/ No entanto, logo de início o comportamento aerodinâmico do carroera um desastre e até os pilotos profissionais se recusavam a conduzi-lo. Entretanto "os engenheiros descobriram mais tarde que a cauda longa do carro gerava sustentação positiva - o que afeta a estabilidade direcional do carro, deixando a traseira solta, como se quisesse passar a frente do carro - e retrabalharam a aerodinâmica do modelo para as retas mais longas da temporada, como em Spa, Monza e Le Mans."
A primeira participação do Porshe 917 em Le Mans foi em 1969 e começou com a obtenção do melhor tempo nos treinos. No entanto, nessa altura a partida clássica em Le Mans era feita com os pilotos em corrida para dentro dos carros e, logo na primeira volta, a aerodinâmica desastrosa do 917 nos primórdios, aliada à pouca experiência do piloto e também ao facto de John Wolfe não ter colocado logo o cinto de segurança devido ao tipo de partida, tornaram fatal o despiste que se seguiu em "Maison Blanche".
Partida em Le Mans 1969 Referência:http://www.flatout.com.br/lendas-de-le-mans-a-historia-do-917-k-o-primeiro-porsche-a-conquistar-as-24-horas/ Após o acidente fatal de John Wolfe, a FIA proibiu a partida precedida de corrida para dentro carro. Em 1969 a vitória sorriu à dupla Jacky Yckx e Jackie Oliver em Ford GT 40. Em 1970 a Porshe alcançou a sua primeira vitória em Le Mans com o 917 de 4.5 litros. A dupla de pilotos era composta pelo Alemão Hans Herrmann e pelo Britânico Richard Attwood. Em 1971 o Porshe 917 K, desta vez com um motor de 4.9 litros, repete a vitória, tendo como pilotos o Austríaco Helmut Marko e o Holandês Gijs Van Lennep. Nesta Edição de 1971 realizam um feito histórico ao bater o recorde da distância máxima percorrida durante uma Prova das 24H de Le Mans. Durante décadas, o melhor registo da Prova pertenceu ao Porshe 917K de Helmut Marko e Gijs Van Lennep que em 1971, quando a reta Hunaudières ainda não tinha as chicanes, percorreu 5335 Km à média de 222,304 Km/h.
Le Mans 1971 - Porshe 917
O recorde só foi batido pelo Audi R15 TDi em 2010, designado como carro #9 que completou um total de 397 voltas e percorreu uma distância de 5410,713 Km.
O Porshe 917 era um carro fantástico nos resultados desportivos, mas provavelmente demasiado rápido para a época, uma vez que nessa altura, o desenvolvimento tecnológico dos carros ao nível da segurança e apoio aerodinâmico, ainda estava alguns anos atrás das prestações de motor e velocidade do 917. No final da Época de 1971, a FIA decidiu terminar com a categoria "Sport" na qual se enquadrava o Porshe 917, o que ditou o fim do Carro na Prova. Nos anos seguintes, a Porshe só participou com versões modificadas do 911, mas em 1976 participa com o novo protótipo 936 e vence com o Belga Jacky Yckx e o Holandês Gijs Van Lennep. Referência:http://www.flatout.com.br/lendas-de-le-mans-a-historia-do-917-k-o-primeiro-porsche-a-conquistar-as-24-horas/